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Sapiranga promove o corte de árvores e anuncia compensação


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Sapiranga – A Prefeitura deu início à retirada de árvores que, na avaliação da Administração, apresentavam risco aos pedestres e que poderiam causar danos materiais em veículos. A medida, liderada pelas Secretarias de Planejamento, Habitação, Segurança e Mobilidade e Obras Públicas e Serviços Urbanos, levantou críticas. Entre as pessoas que criticaram a medida está a arquiteta, Silvia Bauer. “Se a Prefeitura tivesse tido algum cuidado com as árvores, elas não precisariam ser cortadas”, avalia a arquiteta.

A Prefeitura argumenta que as árvores que estão sendo cortadas estavam com estado fitossanitário comprometido, ou seja, árvores que estavam condenadas. Ao todo, serão 33 árvores retiradas por motivo de risco, mas 50 serão compensadas pela RGE. As árvores retiradas na Praça das Nações, na Avenida 20 de Setembro, no centro, estavam acusando riscos de queda. A RGE compensará a retirada de todas as árvores com o plantio de mudas de espécies variadas. Na Praça das Nações, de onde as árvores foram retiradas, serão imediatamente plantadas mudas da mesma espécie (Canafístula) neste mesmo local. Destas 50 mudas plantadas, 33 serão nos mesmos locais da retirada e as outras 17 serão na ciclovia da Avenida 20 de Setembro, próximo ao Centro Municipal de Ensino Ayrton Senna, bairro Voo Livre.



De acordo com o Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura, as árvores estão sendo retiradas por motivos específicos. Elas apresentavam risco de queda ou de interrompimento de trajeto das pessoas pelos passeios públicos da Cidade (estão desnivelados).

Risco de acidente


Esta situação poderia ocasionar algum acidente com os pedestres nos passeios públicos, principalmente nos dias de chuva, quando as calçadas ficam escorregadias. Além disso, diversas árvores estão secas e com galhos pendentes para o lado da rua, podendo cair sobre os carros. Esses problemas foram constatados pela Secretaria Municipal de Planejamento, Habitação, Segurança e Mobilidade, que passou a situação ao Departamento de Meio Ambiente. Os técnicos do Departamento realizaram a análise do estado geral das árvores, verificando a saúde comprometida, e autorizando a retirada. Todas as árvores serão substituídas pela RGE Sul por espécies indicadas pelo DMA, de no mínimo 2 metros de altura. A autorização foi realizada com base nessa avaliação do Formulário Básico de Avaliação de Árvores de Risco (Sociedade Internacional de Arborização- ISA- 2013). “O manejo das árvores da arborização urbana é sempre necessário, neste caso específico, as árvores não apresentavam mais copa e além dos históricos de galhos podres caindo sobre carros e pessoas andando na praça’’, destaca a bióloga, Maiara Danieli Oberherr.

 

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