País – O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou nesta terça-feira (11), que o secretário de Política Agrícola do órgão, Neri Geller, entregou seu cargo depois de ter sido envolvido em polêmicas sobre o leilão de arroz realizado pelo governo federal, que acabou cancelado….
Um dos articuladores da ação que pediu a anulação do leilão do arroz o deputado estadual, Felipe Camozzato (Novo), falou sobre a anulação. “Assim como demonstramos todas as irregularidades do leilão de arroz, e fomos acusados de mentirosos, também provamos exaustivamente que não é necessário realizar leilão de arroz algum”, disse o deputado em sua rede social.
A informação da demissão de Geller foi confirmada pelo presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Edegar Pretto, que disse que as empresas vencedoras do leilão não tinham capacidade técnica e financeira para ter participado do ato. “As empresas são representadas por bolsas de mercadorias e, somente depois que o leilão é concluído, na hora de assinatura, é que ficamos sabendo quem são as empresas vencedoras. A partir da revelação, começou os questionamentos se verdadeiramente essas empresas teria as capacidades técnicas e financeiras par honrar os compromissos [do leilão]. E nós decidimos anular esse leilão”, afirmou Pretto.
“Vamos fazer um novo leilão e, quem sabe, em outros modelos, a fim de ter as garantias de que vamos contratar empresas que tenham as capacidades técnicas e financeiras”, acrescentou o presidente da Conab. Agora, o órgão vai contar com a parceria da Controladoria-Geral da União e da Advocacia-Geral da União.

















































