Campo Bom – Há mais de 40 anos perpetuando as tradições gaúchas, o CTG M’Bororé é uma das maiores forças do tradicionalismo de Campo Bom. Através de atividades culturais, artísticas e campeiras, leva para todo o estado o seu nome, o nome da sua cidade e o da 30ª Região Tradicionalista.
Liderada pelo patrão Márcio Schneider, a entidade conta com 370 integrantes, que participam dos departamentos Cultural, Artístico e de Esportes Campeiros. Do total de membros, 100 são dançarinos das invernadas Pré-Mirim, Mirim, Juvenil e Adulta. Com títulos importantes, os grupos se destacam nos tablados. O título mais recente foi conquistado pela Mirim, que neste mês se consagrou hexacampeã do FestMirim, em Santa Maria. A Juvenil é tetracampeã do Juvenart e a Adulta conquistou o 3º lugar no Enart, considerado o maior festival de arte gaúcha amadora, nos anos de 2001 e 2019. “É um orgulho para a trajetória da entidade a sequência de títulos e conquistas, especialmente por saber que nossas crianças e jovens estão cultivando a tradição gaúcha com tamanha dedicação e talento, neste ambiente seguro e agregador que é o Galpão do CTG”, destaca Renata Silva, Agregada das Falas da entidade.
Duas primeiras prendas

Representada com amor pelos prendados, ao longo dos seus mais de 40 anos de história, o CTG M’Bororé também registra importantes conquistas na área cultural. A entidade teve duas Primeiras Prendas do Rio Grande do Sul, em 2017: Renata da Silva, na categoria Adulta, e Cecília Scholz, na categoria Mirim. O feito foi resultado de muito estudo e dedicação à tradição gaúcha.
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A história do CTG M’Bororé começou em 1986, quando o dançarino e professor de dança Marcos Mödinger, então integrante do CTG Campo Verde, criou o Grupo Show. “O grupo foi acolhido pelo Clube 15 de Novembro e, em julho daquele ano, foi fundado o Grupo de Arte Nativa M’Bororé. A história avançou até 1992, quando o M’Bororé passou a constituir-se como um CTG independente”, conta Renata, ressaltando que, desde o início, o principal objetivo é atuar na preservação, manutenção e divulgação da cultura gaúcha. “Ao mesmo tempo, a entidade busca impactar a comunidade por meio da arte, da educação e de ações sociais”, diz ela, citando o Bivaque da Poesia Gaúcha Piá e o Sarau Solidário. Renata também destaca a Cavalgada da Primavera, que chega à sua 15ª edição, e o Sarau de Arte Gaúcha, que está na sua 25ª edição.

















































