Conhecer a história do Grupo Repercussão e entender como são produzidos os conteúdos publicados, tanto no jornal impresso, quanto nos canais digitais. Esse é o objetivo das visitas realizadas pelos estudantes da região à sede do Grupo Repercussão, através de uma das atividades que contemplam o Projeto Repercussão na Escola.
Alunos de nove das 10 cidades de abrangência do Repercussão participam das visitas, previamente agendadas pelas secretarias de Educação de cada município, com a equipe de jornalismo.
Além de uma saída de campo e toda a diversão que o passeio, por si só, proporciona, as visitas à sede do jornal também oportunizam conhecimento e experiências diversas aos estudantes.
Ao chegar à sede do Grupo Repercussão, no Centro de Sapiranga, os alunos participam de uma oficina que apresenta a história do jornal, desde a fundação, em 2013, e todas as evoluções e ampliações ao longo dos 11 anos de história. Além disso, os estudantes fazem uma visita guiada a todas as instalações da sede, conhecendo os espaços, como estúdio de técnica e edição de vídeos e transmissão de programas.
Na redação, mais uma imersão. Os estudantes conversam com o corpo de repórteres do jornal e descobrem como funciona a construção das notícias, desde a editoria policial até coberturas de eventos e montagem e produção de programas. Ainda na redação, os alunos acompanham um momento explicativo sobre como são montadas as edições do jornal impresso, desde diagramação e layout de páginas, até escolha de conteúdos e tratamento de fotos.
A última atividade da visita ao jornal é sempre a mais aguardada pelos estudantes: as oficinas práticas. Os alunos são divididos em duplas e, finalmente, exercem todos os conhecimentos passados durante a visitação. Os repórteres mirins praticam técnicas repassadas para realização de entrevistas e finalizam a atividade com uma nova experiência para o currículo.
Jornal impresso na sala de aula
Através da parceria do Grupo Repercussão com as secretarias de Educação de cada município, a edição impressa do Jornal Repercussão, que circula semanalmente, é entregue, também, nas escolas municipais.
Com o material, as professoras de Língua Portuguesa e, também, de outras disciplinas, têm a liberdade de realizar trabalhos pedagógicos em aula e provocar, assim, a atenção dos estudantes para os textos jornalísticos, estrutura de notícias e a criatividade. Quem sabe, daí, não surjam novos profissionais, não é mesmo?
Visitas em 2024
Em 2024, diversas turmas já participaram da visita ao Jornal Repercussão. De Campo Bom, duas turmas da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Vargas conheceram a sede em duas datas diferentes. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Duque de Caxias e Escola Municipal de Ensino Fundamental Lúcia Mossmann também marcaram presença na atividade, acompanhados das professoras.
Estudantes das escolas municipais Castro Alves, Padre Manoel da Nobrega e Ulisses Guimarães, de Riozinho, estiveram na sede do Repercussão e participaram das atividades preparadas pela equipe.
De Parobé, turmas das escolas municipais Maria Francisca da Silva, Getúlio Dornelles Vargas e Moisés de Souza Pires Mosmann também tiveram a oportunidade de conhecer a rotina do veículo de comunicação.
Até o final do ano, ainda, outras escolas de Campo Bom, Sapiranga, Nova Hartz, Parobé, Taquara, Igrejinha, Três Coroas, Rolante e Riozinho terão a oportunidade de visitar a sede do Grupo Repercussão e participar das oficinas teóricas e práticas.
Todos os alunos são bem-vindos e têm a chance de tirar dúvidas e matar a curiosidade sobre a rotina da empresa.
Professoras comentam sobre a experiência dos alunos durante as visitas
“É a primeira oportunidade que temos de trazer os estudantes para conhecerem um jornal que já recebemos impresso na escola. É um momento importante para eles conhecerem como funciona a parte jornalística, edição e todos os passos até chegar na escola para lermos”, destaca Eliane Andreoli, coordenadora Emef Presidente Vargas, de Campo Bom.
“Conseguimos conhecer melhor o funcionamento do jornal. Porque, quando recebemos o exemplar, não temos noção de tudo o que é feito, dos que os profissionais fazem até ficar pronto. Foi muito produtivo, os alunos puderam conhecer e entender melhor o que é o jornal”, comenta Lúcia Teixeira Walber, professora Emef Getúlio Vargas, de Parobé.
“A expectativa deles estava grande para vir visitar, observar como funciona. Eles são bem curiosos e participativos. Esse tipo de movimento, de aproximá-los da notícia e de como o ambiente funciona é de extrema importância, porque instiga eles a observar mais e entender como tudo acontece”, Claudia Brandt, professora Emef Presidente Vargas, de Campo Bom.
Por Mairan Pacheco























































