País – O Senado Federal aprovou, por unanimidade, o projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. A proposta, que agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deve beneficiar cerca de 25 milhões de brasileiros e passa a valer a partir de janeiro de 2026.
O texto também reduz a tributação para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 mensais, ampliando o poder de compra das famílias e corrigindo uma defasagem histórica na tabela do IR. Segundo o relator da proposta, senador Renan Calheiros (MDB-AL), a medida busca promover justiça fiscal, aliviando a carga sobre a população de menor renda e estimulando o consumo interno.
Para equilibrar as contas públicas, o projeto cria alíquotas progressivas para rendimentos mais altos. Quem recebe acima de R$ 600 mil por ano passará a pagar uma tributação mínima, que chega a 10 % para rendas anuais superiores a R$ 1,2 milhão, incluindo dividendos e lucros distribuídos.
A proposta foi aprovada em regime de urgência após passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou que o projeto “dialoga com a realidade de milhões de trabalhadores e corrige uma injustiça que se arrastava há anos”.
Especialistas avaliam que a medida poderá aumentar a renda disponível e movimentar setores do comércio e serviços em todo o país. Em cidades como Sapiranga, a mudança tende a gerar impacto positivo direto na economia local, favorecendo famílias de renda intermediária, empreendedores e profissionais autônomos.
Com a nova regra, o governo federal espera impulsionar o consumo sem comprometer o equilíbrio fiscal. A regulamentação deve ser publicada até o fim de dezembro, permitindo que a nova tabela entre em vigor já nas declarações do Imposto de Renda de 2026.
💰 Isenção até R$ 5 mil
📉 Redução de imposto para rendas médias
📈 Alíquota maior para altos rendimentos
📅 Vigência: janeiro de 2026

















































