País – Durante o segundo dia de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que “não há uma única prova” que o vincule à tentativa de golpe de Estado investigada pela Polícia Federal. O advogado Celso Vilardi argumentou que Bolsonaro para o caso sem provas concretas e contestou a credibilidade da delegação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid.
Para Vilardi, a denúncia se apoia apenas em um rascunho encontrado no celular de um delator e em uma colaboração premiada repleta de contradições. Ele também criticou o volume excessivo de provas, cerca de 70 terabytes e o prazo curto para examiná-las, alegando prejuízo à defesa.
O julgamento no STF envolve Bolsonaro e outros sete aliados, acusados pela Procuradoria-Geral da República de liderarem uma trama para abolir o Estado Democrático de Direito. No primeiro dia do julgamento, o procurador-geral Paulo Gonet reforçou que há evidências robustas da tentativa de golpe, incluindo reuniões, documentos e discursos que comprovariam o envolvimento direto do ex-presidente.












































