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Indivíduo morre em Sapiranga na noite desta quinta: BM e familiares divergem sobre os fatos


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Sapiranga – Um homem foi morto no final da noite desta quinta-feira (30), por volta das 22 horas, no Bairro Amaral Ribeiro. A Brigada Militar foi acionada para uma ocorrência onde uma mulher alegava que o seu filho, dependente químico, queria invadir a sua residência, na Rua do Sobrado. A mãe já havia requerido medida protetiva, com medo do filho.

Chegando ao local, os brigadianos teriam dado ordem por pelo menos três vezes para Anderson Luís dos Santos, o “Chicuta”, de 29 anos, sair do pátio da casa. O indivíduo estava com duas facas e disse que “só sairia dali morto”. Após isso, Brigada Militar e familiares divergem sobre o que de fato teria ocorrido.



Brigada Militar alega legítima defesa por parte do policial

Porém, a Brigada Militar, por meio do comandante do 32º Batalhão de Polícia Militar, tenente coronel João Ailton Iaruchewski, disse ao Repercussão que “o indivíduo, muito alterado, investiu contra um policial militar portando duas facas. Em legítima defesa, o mesmo efetuou dois disparos contra o delinquente. Ele já havia sido preso anteriormente. Possuía várias ocorrências como autor: violação de domicílio, ameaça, diversos furtos e posse de entorpecentes”, frisou o tenente coronel para a reportagem.


Família diz que foi assassinato

A versão da família, por meio da irmã de Chicuta, Neusa dos Santos, que diz ter presenciado o ocorrido da casa onde estava (que fica do outro lado da rua), afirma que o seu irmão negou sim a rendição aos policiais, mas em nenhum momento reagiu na direção dos brigadianos. “O meu irmão tinha sim problemas com drogas. Ele pulou para a cerca e estava tentando entrar na casa da minha mãe, mas em nenhum momento ele avançou nos policiais. Não foi legítima defesa. Assassinaram o meu irmão”, disse ela para a reportagem.

 

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