Campo Bom – Uma das promessas da campanha que elegeu Giovani Feltes ao seu quarto mandato como prefeito de Campo Bom foi posta em prática na última semana. O retorno dos Conselhos Comunitários foi marcado por debates e decisões importantes para o futuro da cidade.
A primeira reunião ocorreu na terça-feira (25), no bairro Operária, reunindo a chamada “Região 1”, que engloba moradores dos bairros Operária, Esperança, Floresta, Sempre Unidos, Vila Nova, Bem Viver I e II e Industrial Sul. No encontro, foram eleitos Lucas Meregali e Nádia Maria dos Reis Pezzi como conselheiros representantes da Região 1 frente às demandas junto à prefeitura. Além disso, o conselho definiu as obras de contenção de alagamentos e demandas da saúde como prioridades.
O segundo encontro foi realizado na quinta-feira (27), no ginásio da Emef 25 de Julho, reunindo a Região 2, composta por moradores dos bairros 25 de Julho, Mônaco, Cohab Leste e Recanto da Paz. Liziane Gattermann, moradora da Cohab Leste, foi eleita por aclamação para representar os bairros na prefeitura. Ainda no encontro, foram ressaltadas como prioritárias as melhorias no piso da quadra da Emef 25 de Julho e qualificação da saúde municipal.
No encontro da última terça-feira (1º), moradores da Região 3, que engloba os bairros Imigrante Norte e Blumenburg, se reuniram na Emef Santos Dumont. Os moradores Pierre Alexandre de Oliveira e Jeferson Luís Pujol de Sousa foram eleitos para representar a região na prefeitura. Além disso, foram definidas como prioritárias a duplicação da Av. Brasil, no contexto municipal; e a reforma da Emef Santos Dumont, no contexto local.
Nessa quarta-feira (2), foram reunidos os moradores da Região 4, dos bairros Vila Rica, Porto Blos e Barrinha. O encontro ocorreu no Pavilhão do Cristo Rei.
No total, os Conselhos Comunitários são divididos por 15 regiões, que unem bairros próximos. Além dos quatro encontros já realizados, ocorrem, ainda, as seguintes agendas: Região 5, no dia 3 de abril; Região 7, no dia 8; Região 6, no dia 9; Região 8, no dia 10; e Região 9, no dia 15 de abril. As demais regiões ainda não possuem data definida, mas serão previamente informadas através das redes sociais da prefeitura.
Democracia
O prefeito Giovani Feltes comenta sobre a alegria em retomar os Conselhos Comunitários no município. “Fico muito feliz que as pessoas venham para conversar, ouvir, ver dados, se informar um pouco melhor e ajudar a gente a governar. Fico mais alegre, com certeza, por conta de que, nos 12 anos que fui prefeito antes, todas as obras que foram decididas, foram feitas. Tomara que, agora, a gente consiga de novo”, reforça.
Divisão por regiões
O Conselho Comunitário é considerado, pela Administração Municipal, um facilitador de relações entre a comunidade e o Poder Público. Ao longo da história, mais de 200 obras foram definidas através de votação da comunidade. A duplicação da Av. Independência (foto acima) é um exemplo disso, além de pavimentações, ginásios, Unidades Básicas de Saúde e muito mais.
Neste ano, os Conselhos Comunitários são divididos em 15 regiões: Região 5 – Paulista e Alto Paulista; Região 6 – Santa Lúcia, Jardim do Sol, Vila Velha, Jardim das Flores e Morada da Brisa; Região 7 – Aurora e Ipiranga; Região 8 – Firenze, Metzler, Solar do Campo, Industrial Norte e Renascer; Região 9 – Bela Vista, Cohab Sul e Gringos; Região 10 – Rio Branco e Fauth; Região 11 – Dona Augusta e Imigrante Sul; Região 12 – Morada do Sol, Bem Viver III e União; Região 13 – Santo Antônio, 4 Colônias Oeste, 4 Colônias Norte, Vale do Sinos, Vila Brito e Coopernorte; Região 14 – Celeste, Genuíno Sampaio e Dom Guilherme; Região 15 – Centro e Colina Deuner.
Exercício da cidadania e participação
Beatriz Fagundes, secretária-geral de Governo. “A prefeitura vai buscar uma relação mais próxima com os conselheiros. Eles terão as portas abertas na prefeitura, vão conhecer, com transparência, as informações e dados, periodicamente. Eles vão ser a nossa referência na região e, também, a referência dos moradores”.
Pierre Alexandre de Oliveira, conselheiro Região 3. “Na verdade, a cidade não precisava ter parado com isso (os Conselhos Comunitários), porque é uma forma democrática que temos para buscar soluções para o bairro. E nada melhor que quem mora no bairro para indicar as necessidades”.
Por Mairan Pacheco





















































