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Familiares protestam por mais segurança ao longo da RS-23


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Acidentes | Sequência motiva manifestação por investimentos

Região – Cansados de verem familiares e amigos morrendo em tentativas de atravessar a RS-239, um grupo de sapiranguenses foi até o KM-26 da rodovia e se manifestou exigindo investimentos. Com cartazes e um discurso afinado, todos possuíam na ponta da língua o que pode ser feito para combater os índices de mortes por atropelamento e de acidentes ao longo da rodovia. “A construção de passarelas e a instalação de controladores de velocidade ajudariam”, avalia Camila de Souza, moradora do bairro São Luiz.



Nos últimos dias, foram pelo menos quatro ocorrências (duas com mortes e outras duas com as vítimas ainda em estado grave) registradas na RS-239.

EGR

Questionado sobre a sequência de mortes e acidentes graves na rodovia o presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) explicou o que pretende fazer. “Recebemos uma comitiva de lideranças sapiranguenses esta semana. Vamos estudar os pleitos e responder às reivindicações no menor tempo possível. A segurança na rodovia é a nossa prioridade”, disse Nelson Lidio Nunes.

Vítima do KM-25

Na terça-feira (13), por volta das 19h45, Jerri Adriani Rodrigues da Silva, 40 anos, morreu ao ser atropelado por um automóvel Doblô de São Leopoldo. O acidente ocorreu entre os bairros Oeste e Vila Irma, no quilômetro 25.

Perdeu o pai há 13 anos


“Acredito que a passarela é a principal necessidade. Meu pai morreu ao atravessar a RS-239 no bairro Vila Irma. Perdemos mais de 20 pessoas conhecidas no bairro ao longo dos anos. Acredito que faltam redutores de velocidade.”

Motociclista no HPS

Durante a manhã do domingo (18) um protesto pediu mais segurança no KM-26 da rodovia. E por volta das 14 horas um acidente no mesmo local deixou em estado grave Rodrigo Schenlrte, que segue na UTI do HPS em Canoas.

União de amigos

“Há necessidade de redutor de velocidade e de passarela. Conheço muitas pessoas que morreram ao tentar atravessar a RS-239. Sabemos que em Sapiranga não há projeto para passarelas”, relembra Clenir dos Santos, moradora do Oeste.

Lamenta morte do tio

“Meu tio era muito especial para mim e a nossa família e morreu há cerca de um mês atrás. Ele foi atravessar a rodovia e um carro o atropelou. Acredito que o principal é a construção de passarelas”, lembra Josefer Farias de Vargas.

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