Uma história que merece ser passada de geração para geração. A cidade de Sapiranga, no mês de setembro, ganhou sua primeira produção audiovisual que narra a história do voo livre na região. “Voe Alto em Sapiranga: A História do Voo Livre”, tem a realização do Grupo Repercussão e faz parte dos projetos aprovados pela Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal.
Foram quatro meses de intensas pesquisas e gravações, até que o documentário fosse lançado. A produção explora como o esporte se espalhou na cidade, a partir da perspectiva de atletas, instrutores de voo, empresários e uma professora de História que possui forte conexão com a região e o tema da imigração. Nomes como Carlos Alberto Teixeira Schmitz (Carlão) e seu filho Betinho, que foi campeão brasileiro oito vezes e recordista mundial na modalidade, a professora Dóris Fernandes, os policiais aposentados Gilberto ‘Chefia’ Silva e Roberto Martins, entre outros.
Durante todo o mês de setembro, o Grupo Repercussão recebeu em sua sede, turmas da Escola Estadual Willy Oscar Konrath, o ‘Polivalente’, totalizando cerca de 100 alunos que puderam assistir ao documentário “Voe Alto em Sapiranga: A História do Voo Livre” e aprender sobre a cultura sapiranguense que, hoje em dia, não é mais tão mostrada. Além disso, os estudantes aproveitaram a oportunidade e conheceram a estrutura e o funcionamento da empresa jornalística, desde a apuração e montagem das notícias, até a publicação.
Fomentando os pontos turísticos da cidade
Carlos Alberto Teixeira Schmitz, o Carlão, foi um dos sapiranguenses desbravadores do Morro Ferrabraz junto de seus amigos e, em agosto de 1993, a estrada de acesso que permite a subida até o alto do Ferrabraz, que, mais tarde, passou a abrigar as rampas de decolagem, foi batizada de “Estrada do Carlão”. Saiba mais detalhes no documentário!
O documentário “Voe Alto em Sapiranga: A História do Voo Livre” é uma oportunidade para fomentar e divulgar um dos principais potenciais turísticos da cidade e um dos seus símbolos, o Morro Ferrabraz e o Voo Livre, respectivamente.
Uma viagem de volta à infância; conhecimento e cultura adquiridos
“Esse documentário me fez voltar na minha infância, pois eu sempre morei no Centenário, perto do voo livre. Nós víamos aquele ‘colorido no céu’ em determinada época do ano e eu sempre tive interesse em conhecer. A gente via os carros passando com aquele material em cima e já sabíamos para onde estavam indo e o que iriam fazer”.
Ivaldete Lima, profª de Matemática
“Para eles (os alunos) foi super válido, porque trouxe uma história de Sapiranga de 40 anos atrás que eles não vivenciaram como nós. A asa-delta, como a historiadora comentou, teve um tempo de maior alta. Eles saíram dessa ideia de só “Cidade das Rosas” e conheceram parte da cultura de anos atrás da nossa cidade”.
Morgana Porto, profª de Língua Portuguesa
“Eu achei muito bom, muito interessante. Eu não sabia da história do voo livre, não sabia como funcionava. Aprendi bastante e vou falar em casa. Gostei da forma como eles falaram no documentário, e também gostei do ambiente aqui do Grupo Repercussão”.
Luiza Helena de Almeida, aluna da turma 821, da EEEF Willy Oscar Konrath
O documentário está disponível em todas as redes sociais do Grupo Repercussão. Clique aqui para assistir.


































“Esse documentário me fez voltar na minha infância, pois eu sempre morei no Centenário, perto do voo livre. Nós víamos aquele ‘colorido no céu’ em determinada época do ano e eu sempre tive interesse em conhecer. A gente via os carros passando com aquele material em cima e já sabíamos para onde estavam indo e o que iriam fazer”.
“Para eles (os alunos) foi super válido, porque trouxe uma história de Sapiranga de 40 anos atrás que eles não vivenciaram como nós. A asa-delta, como a historiadora comentou, teve um tempo de maior alta. Eles saíram dessa ideia de só “Cidade das Rosas” e conheceram parte da cultura de anos atrás da nossa cidade”.
“Eu achei muito bom, muito interessante. Eu não sabia da história do voo livre, não sabia como funcionava. Aprendi bastante e vou falar em casa. Gostei da forma como eles falaram no documentário, e também gostei do ambiente aqui do Grupo Repercussão”.














