Região – Em reunião na Casa Civil com a Empresa Gaúcha de Rodovias, nesta terça-feira (13), o deputado estadual Issur Koch (PP) e a Associação dos Municípios do Vale Germânico (AMVAG) voltaram a solicitar melhorias na segurança da RS-239. “Apenas em 2024, já são 13 mortes na rodovia. Precisamos dar um retorno à sociedade, que cobra soluções emergenciais, a exemplo do que ocorreu na BR-116 com o chamado Trecho da Morte”, disse Issur.
Intermediada pelo parlamentar, a reunião era aguardada pelos prefeitos desde abril quando a rodovia apresentou um dos mais altos índices de letalidade de sua história. Além de Issur, participaram da audiência com o secretário adjunto da Casa Civil, Gustavo Paim, e o diretor-presidente da EGR, Luís Fernando Vanacor, o presidente da Amvag, Flávio Foss, prefeito de Araricá, e a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt.
O encontro foi considerado positivo pelas lideranças, uma vez que a EGR sinalizou que irá realizar ações mais imediatas para mitigar problemas da rodovia que, segundo Vanacor, só serão resolvidos definitivamente com a concessão à iniciativa privada, processo que já está em andamento no Governo do Estado.
Entre as ações que deverão ser tomadas pela EGR está a implantação de redutores de velocidade e reorganização de alguns retornos na modalidade ‘Parada Zero’. “Faremos uma atualização do estudo de fluxo para ver o que será possível implantar a fim de resolver os problemas mais pontuais”, sinalizou o diretor da empresa.
Entre as solicitações apresentadas pelas lideranças estão reforço na sinalização, implantação de passarelas, novo acessos e redutores de velocidade nas entradas das cidades. Issur destacou que em 2019, ainda em seu primeiro mandato, apresentou um Plano de Segurança para a 239, onde apontava os gargalos na rodovia e que colocavam motoristas e populares em risco diariamente.
O diretor-presidente da EGR reconheceu as dificuldades. Para ele, é preciso conscientização de que a RS-239 não é mais uma rodovia. “A RS se tornou uma grande avenida que liga os municípios. É preciso diminuir a velocidade”, reiterou.
Por Mario Selbach/Gab. Issur Koch


















































