Região – O aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, recebeu mais uma ação de inspeção no final da manhã desta segunda-feira (3). Através da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor) e do Ministério Extraordinário de Reconstrução do Rio Grande do Sul, equipes avaliaram os danos ocasionados nos terminais de embarque, lojas e demais áreas comuns do sítio aeroportuário.
O que mais preocupa as autoridades é a pista de pouso, que segue com pontos de alagamento e que precisa estar em plenas condições para suportar a aterrisagem de aeronaves de 70 toneladas. Na inspeção desta segunda-feira, foi revelado pela CEO da Fraport, Andreea Pal, que a pista passa por um estudo de sondagem de solo, que deve ser concluído em julho. Uma estimativa projeta a reabertura total do terminal para a segunda quinzena de dezembro.
O custo estimado para substituir equipamentos queimados e afetados pela inundação ultrapassa os R$ 45 milhões. Também está em debate a necessidade de aumentar a concessão do aeroporto Salgado Filho, medida esta, que passa por análise do Governo Federal.
Medidas alternativas
A partir de 10 de junho, a Base Aérea de Canoas terá sua operação dobrada de 35 para 70 frequências semanais, o equivalente a 10 voos diários.
A decisão de dobrar os voos em Canoas se deu após avaliação técnica realizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos, Ministério da Defesa, Força Aérea Brasileira, Anac e companhias aéreas. Ainda será realizado, também, um estudo para permitir a operação de voos no período noturno.
A Base Aérea de Canoas é um dos sete aeródromos do Rio Grande do Sul com voos ampliados para atender o estado em caráter emergencial. O terminal iniciou operação comercial de passageiros na segunda-feira, 27 de maio.


















































