Sapiranga – A Polícia Civil de Sapiranga prendeu um funcionário público concursado na segunda-feira (22). A principal suspeita é de que o funcionário esteja envolvido em um caso de corrupção passiva. Esse tipo de crime ocorre quando o funcionário solicita ou recebe vantagem para si ou para outra pessoa em troca de favorecimento em razão do cargo que ocupa. A pena pode ser de três meses a um ano e multa, conforme o caso. Não há informações a respeito de qual secretaria o funcionário está ligado.
Ao Grupo Repercussão a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PC/RS), reforçou que a investigação está em sigilo. “Estou adotando medida de silêncio decidida em Assembleia pela ASDEP, não detalhando investigações”, declarou Clóvis Nei da Silva, titular da Delegacia de Sapiranga. Neste momento, os delegados não estão prestando esclarecimentos aos órgãos de imprensa, pois estão em greve de silêncio em respeito a determinação da Associação dos Delegados de Polícia (ASDEP/RS). A ASDEP busca reajuste salarial e a proposta de 12% parcelada em três vezes, foi rejeitada pela categoria.
Procurada a Prefeitura de Sapiranga confirmou a ação policial e se posicionou também através da assessoria de imprensa. “O servidor teve sua prisão preventiva decretada. A Prefeitura já determinou a abertura de processo administrativo disciplinar”, esclareceu comunicado da administração municipal.
Durante o dia, o Grupo Repercussão procurou o Ministério Público Estadual (MP/RS), para obter informações do caso. A assessoria de imprensa do órgão informou que a prisão não foi liderada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO). “O MP não está se manifestando no momento porque não é uma ação da instituição”, esclareceu a assessoria de imprensa do MP/RS.
O Grupo Repercussão vai acompanhar o caso e novas informações serão postadas nas nossas redes sociais.


















































