Campo Bom – Com muita luta e esforços coletivos, ao que tudo indica, os associados da Cooperativa Habitacional do Vale do Sinos (Cooperpoli), finalmente, voltam a vislumbrar a conclusão do empreendimento no bairro Quatro Colônias, próximo da Vila Brito. Em obras há mais de sete anos, a construção de 168 casas de forma cooperativada enfrentou dezenas de obstáculos.
Ao todo, o projeto recebeu um investimento de R$ 13.440.000,00. Cada unidade terá um terreno de 300 m² (10×30) e a casa de 51,92 m², com dois dormitórios, banheiro, sala e cozinha americana.
Há cerca de duas semanas, em ato do Governo Federal, em Porto Alegre, foi anunciada a liberação de recursos e autorização para as obras em condomínios de Campo Bom e Canoas, através de projetos do programa Minha Casa Minha Vida Entidades.
Somente para o loteamento da Cooperpoli foi autorizada a liberação de R$ 8 milhões do Governo Federal. “Esse recurso vem para terminar a parte que falta de estrutura elétrica, hidráulica, pintura, colocação de pisos, rebocos e conserto gerais, seguido da infraestrutura das ruas e em geral”, destaca o presidente da Cooperpoli, Antônio Catani.
Energia elétrica
O projeto de construção das casas está 100% concluído e 50% de obra feita em torno das casas. “Falta ainda a parte hidráulica, elétrica e de pavimentação. Nosso projeto, inclusive, possui um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com o Ministério Público Federal (MPF), para que a RGE faça a implantação da rede elétrica. Existe uma resolução federal, que para empreendimentos populares, a concessionária deve viabilizar essa instalação das redes”, pontua.
Lideranças comentam sobre o andamento
São R$ 11 milhões que teremos para terminar o empreendimento. Encaminhamos o projeto de abastecimento de água para a Corsan e está em aprovação. O projeto elétrico está na RGE, desde dezembro, mas eles possuem um prazo de 365 dias para a instalação dessa infraestrutura”.
Antônio Catani, presidente da CooperpoliEsse é um projeto iniciado há alguns anos e enfrentou defasagem de recursos. A liberação de recursos suplementares significa a superação dessas dificuldades e temos a expectativa de que o cronograma venha a ser cumprido. Cada família cooperada está contribuindo para que o projeto se torne realidade”.
Eleonora Mascia, gerente de Moradias e Entidades


















































