Sapiranga – Associação dos Amigos dos Autistas (AMA) de Sapiranga promove palestra sobre o bullying e o capacitismo, como parte da campanha do Abril Azul. O evento ocorre no dia 30 de abril, no Centro de Cultura Lúcio Fleck, das 14h às 16h.
A palestra “Não seja um espectador da dor! Unidos contra o bullying e o capacitismo”, conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação (Smed) e reúne professores, equipes pedagógicas e estudantes para discutir sobre a inclusão de crianças com o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A condução do evento está sob responsabilidade da mentora em oratória e comunicação, Luciana Lauer. Para palestrar, foram convidados o médico Victor Pani, as psicólogas Fabiele Rossoni e Mirele Schreiber e o adolescente Otávio Barcella, de 12 anos, que tem autismo.
O evento, que busca destacar a inclusão escolar e orientar a comunidade, é planejado a partir do Abril Azul, mês munidal da conscientização sobre o autismo.
A responsável pela associação, Tainara Ochôa, ressalta o papel das instituições de ensino. “Quando a escola se prepara e se posiciona, ela passa a acolher aquelas crianças que, por muito tempo, foram mal compreendidas”, comenta ela.
Papel da AMA na vida das pessoas atendidas
A Associação Amigos dos Autistas é uma organização sem fins lucrativos, que acolhe pessoas com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias, a partir de atendimento multidisciplinar e defesa de direitos. Em Sapiranga, a associação existe desde 2025.
A organização conta com profissionais capacitados para realizar a assistência com a comunidade. Atualmente, a equipe é formada pelo psicólogo Éliston Federici, neuropsicopedagoga Jaqueline Flores, fonoaudióloga Paula Moraes, psicóloga Fabiele Rossoni e pelo médico Victor Pani.
A entidade está localizada na rua Johann Bach, 196, no bairro Centenário. Todos aqueles que se interessam em fazer parte dos atendimentos da AMA, podem entrar em contato através do número da entidade, que é o (51) 9 9325-5512.
Acesso real
Responsável pelo projeto, Tainara fala sobre o compromisso que tem com a associação. “Conheço de perto as dificuldades, o preconceito, o despreparo e, muitas vezes, a dor silenciosa que o bullying e o capacitismo causam nas nossas crianças. Hoje, como presidente e advogada da AMA, atuo na defesa de direitos e no acolhimento de famílias. Não basta falar em inclusão, é preciso garantir respeito, dignidade e acessibilidade. Isso exige informação, consciência e atitude”, relata a advogada.
Por Mariana Homem


















































