Campo Bom – Jogando em Recife, a Associação Esportiva Campo Bom (AECB) foi a 3ª colocada no Campeonato Brasileiro Mirim de Clubes de handebol, disputado entre os dias 8 e 11 de maio, no Clube Português. A competição reuniu 15 times.
Campeã em 2024, a equipe de Campo Bom, liderada pela técnica Márcia Korndoerfer Tornin, venceu todas as partidas da fase de grupos. Desbancou o Clube Alagoano de Handebol (Alagoas), Joaçaba (SC) e Sport (PE). Já nas quartas de final, venceu o Rondon (PA). Na semifinal, perdeu para o Mogiano (SP), campeão da competição.
Na disputa pelo 3º lugar, ocorrida no domingo (11), o time de Campo Bom, formado por meninas de 12 e 13 anos, voltou a vencer o Clube Alagoano de Handebol, desta vez por 17 a 11. “Nossa meta era chegar novamente no pódio, estar entre as três melhores equipes do campeonato. Para tanto, nosso grupo deveria estar muito focado e unido para superar as adversidades de jogar uma competição de alto nível, com grande número de jogos, num espaço curto de tempo, com altas temperaturas. Mais uma vez, nossa equipe demonstrou espírito combativo, entrega, foco do início ao fim da competição, numa linda trajetória construída com esforço coletivo e talento em quadra”, destaca a técnica Márcia.
Além da premiação coletiva, a AECB também foi destaque nas premiações individuais, com duas atletas eleitas para a seleção do campeonato: Nicole Michaelsen, como melhor armadora esquerda, e Valentina Pretto, como melhor pivô. “Nos sentimos orgulhosos com esta importante conquista”, completa a treinadora.
Além da técnica, o time também foi acompanhado de Andreza Closs Três (atleta da equipe adulta da AECB), que atuou como auxiliar técnica; do Presidente da AECB, Rogerio Menezes, e de cinco mães.
Preparação e apoio das famílias
O time iniciou a preparação para a competição em fevereiro, com treinos três vezes por semana. Intensificados em abril, passaram a ocorrer, também, aos sábados, inclusive nos feriados. Durante o período, realizaram amistosos contra o Colégio Sinodal Tiradentes, Sociedade Ginástica de NH e LHH. “Fora das quadras também tivemos um grande movimento, com a participação e parceria das famílias. Buscamos recurso para custear passagem aérea, alimentação, hospedagem e translado interno, através da venda de rifa, venda de alfajor, pedágio solidário”, destaca Márcia, reforçando a união de todos em prol de um objetivo comum. “Nada disso seria possível se não houvesse o esforço conjunto de todos os envolvidos, famílias, comissão técnica, AECB e atletas, possibilitando uma experiência inesquecível aos nossos jovens. Parabéns a todos! Continuamos entre os melhores do Brasil”, finaliza, orgulhosa.

















































