Sapiranga – Demonstração de talento e exploração das potencialidades definem a Multifeira da Escola Luterana de Ensino Médio São Mateus. A atividade teve seu primeiro momento, on-line, no início de julho com 101 projetos de pesquisa e, nos dias 1º e 2 de agosto, na sua etapa presencial, com os 35 trabalhos classificados.
As produções exibidas no início deste mês na escola foram feitas pelas turmas da Educação Infantil e até o 4º ano, que participaram da Multifeira com a exposição de trabalhos. Já, os estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio, classificados da etapa on-line, passaram por avaliações feitas por especialistas da comunidade.
Os melhores avaliados, receberam premiações em quatro nichos diferentes: valores em dinheiro, com aportes por empresas parceiras que poderão ser utilizados para investimentos nas pesquisas; credenciais para feiras nacionais e internacionais; 1º, 2º e 3º lugar nas respectivas categorias participantes e “Prêmio Destaque” para os estudantes do 5º ano; vouchers de entrada em museus e parques temáticos.
Prêmios e alguns trabalhos
Neste ano, a medalha Top English foi a novidade no evento, reconhecendo as melhores apresentações em Inglês. Os assuntos da feira contemplaram diversas áreas do conhecimento. Entre eles, estão: “Mochila Reguladora de Peso com Colete Ergonômico”, de Davi Hoffmeister e Vicente Albrecht, alunos de 7º ano; e “Descarte Ecológico de Resíduos não Recicláveis Gerados Pelas Enchentes”, de Laura de Oliveira, Laura Rezene e Mariana Pinheiro, alunas da 2º série/EM. O primeiro focou em abordar um problema sentido e relatado por alguns alunos, enquanto o segundo acompanhou um tema atual e que, conforme as meninas, precisa de atenção dos órgãos públicos.
Silvana Moite, coordenadora da Multifeira. “Os alunos que demonstraram uma melhor produção em sua pesquisa científica foram premiados. É importante ressaltar que os avaliadores são especialistas de diferentes áreas, de Sapiranga e cidades vizinhas, que, com essas avaliações, vão levar nossos pesquisadores adiante”.
Davi Hoffmeister, aluno do 7º ano. “Pensamos que tinham os problemas, relatos de dores (de alunos). Pretendemos levar isso ao público, falar sobre os problemas e demonstrar que podem piorar e fazer mal na vida adulta”.
Mariana Pinheiro, aluna do 2º ano. “Uma parte da minha família mora em Igrejinha; conseguimos acompanhar de perto o que estava acontecendo e pensamos: porque não trabalhamos sobre esse assunto? É tão recente, importante e decidimos falar sobre os resíduos não recicláveis gerados por ela (enchente)”.
























































