Região – Levantamento realizado pelo Grupo Repercussão em 42 escolas estaduais dos vales dos Sinos e Paranhana mostra que, embora a maioria das instituições esteja com o quadro de professores completo, a falta de monitores e profissionais de apoio segue como um dos principais desafios enfrentados pelas direções.
A situação impacta o atendimento a alunos de inclusão, exigindo adaptações na rotina e, em alguns casos, sobrecarga das equipes. Em cidades como Sapiranga, Nova Hartz e Taquara, escolas relataram dificuldade na disponibilidade de monitores, além da ausência de profissionais como bibliotecários e auxiliares. “Hoje, o maior desafio não está na sala de aula, mas no suporte necessário para garantir o atendimento adequado aos alunos, principalmente os de inclusão”, relatou a direção de uma das escolas.
Em Parobé, a Escola Estadual de Ensino Fundamental Nilo Carlito Koetz evidenciou reflexos da organização da rede, com o fechamento de turmas dos anos iniciais. Segundo a direção, a medida está ligada à atribuição dessas séries ao ensino municipal, mas gerou impactos. “Tínhamos lista de espera, com alunos da própria região sem vaga. As escolas mais próximas já estão cheias”, destacou a direção. O levantamento aponta que a falta de professores é pontual, com cinco escolas somando sete profissionais em déficit, em áreas como Química e Biologia.



















































