Dia a dia

Sinaleiras entre Kennedy e Monte Castelo instaladas em Sapiranga, mas ainda nada mudou


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Sapiranga – As sinaleiras da Rua Monte Castelo com a Presidente Kennedy foram instaladas recentemente com a promessa de melhorar o trânsito e diminuírem os engarrafamentos de veículos no cruzamento.

Mais de 20 dias depois, a situação é outra. Os semáforos, tanto para carros quanto para pedestres nos quatro sentidos, estão em constante sistema intermitente, ou seja, piscando nas luzes laranja e vermelho.



Nesta situação, os motoristas e pedestres que transitam pelas localidades, não sabem se vão ou se ficam, não sabem de quem é a preferência nos cruzamentos, ou quanto precisarão aguardar parados, em resumo, nada mudou.

O coordenador da Guarda de Trânsito de Sapiranga, Sidnei Soares, 52, explica o motivo. “Estamos fazendo testes. Quando fizemos o projeto, chegamos a um resultado, mas na prática foi diferente, notamos congestionamentos. Então estamos ligando a sinaleira em períodos pela manhã e tarde, avaliando o trânsito e com isso fazendo alterações aos poucos”, explica Sidnei.

Há indícios de que outras alterações precisarão ser realizadas, e conforme Soares, a previsão é que ocorram logo. “Talvez precisemos proibir conversão à esquerda na Kennedy, mas acredito que até o próximo final de semana tudo esteja em pleno funcionamento”, conclui.

Motoristas comentam

Rubens Simon, 57 anos, passa todos os dias pelo local de carro. “As sinaleiras até ajudaram um pouco, pois o pessoal vem mais atento, pois está piscando, mas o bom mesmo seria se funcionasse certo. Assim ninguém sabe quem vai primeiro”, comenta.



Jorge Meltzer, 64 anos, é morador da localidade há mais de 20 anos. “A sinaleira em si é boa, mas não está funcionando. Para mim fica difícil de sair de casa, pois não pode dobrar à esquerda e a linha de retenção é próxima da minha garagem”, conta.

 

 

Coordenador explica situação

Sidnei Soares, 52 anos, coordenador da Guarda de Trânsito de Sapiranga, afirma ainda que a intermitência serve como um período de adaptação. “Como ali não havia semáforos as pessoas não estão acostumadas, então este período em que estamos realizando os testes, ligando de maneira intermitente em alguns períodos até que sejam finalizados os estudos, serve também para adaptação das pessoas. Com isso elas ficam de sobreaviso que haverá essas alterações na sinalização, e evitam de receber autuações por desconhecimento da sinalização no local”, finaliza Soares.

Texto e fotos: Taylor Abreu

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