Dia a dia

Prefeituras lidam com furtos e arrombamentos em prédios públicos



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Crimes | Solução é investir em vigilantes e sistemas de monitoramento

Região – A sede do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Sapiranga, inaugurada em março deste ano, foi alvo de arrombamento e furto em 28 de agosto. No início deste mês, a ESF da Morada São Luiz, também em Sapiranga, foi arrombada pela segunda vez neste ano. Em Campo Bom, o prédio que abriga a piscina do Complexo do Centro de Educação integrada foi arrombado em julho – totalizando cinco ataques ao local, apenas em 2015.

Estes são apenas alguns exemplos de crimes contra o patrimônio público que ocorrem na região, com o qual as Prefeituras vêm tendo de lidar nos últimos tempos. Para combater essas situações, algumas Prefeituras investem em instalações de sistemas de monitoramento nos prédios públicos – os populares alarmes – e na contratação de vigilantes. A ajuda da população – que pode fazer denúncias, às próprias Prefeituras ou à Brigada Militar – também é citado como um ato que já auxiliou as Administrações a evitarem prejuízos.

Casos em cada cidade

– Nova Hartz registrou casos isolados, como o arrombamento na EMEI Leonel Brizola, quando um ar condicionado foi furtado. Como o local contava com seguro, não houve custo para o município.

– Em Campo Bom, no mês de julho, a escola Emílio Vetter, no bairro Rio Branco, sofreu atos de vandalismo mesmo estando em obras, tendo sido arrombada e tendo objetos, inclusive de professores, furtados.

– Em Sapiranga, além dos recentes arrombamentos no CAPS e na ESF Morada São Luiz, o próprio prédio da Prefeitura sofreu com vandalismo e teve duas janelas quebradas, em julho.

– Araricá é a única cidade da região que não registrou arrombamento ou furto em prédios públicos neste ano.


Histórico de furtos e vandalismo

Casos isolados
A cidade de Nova Hartz registra poucas ocorrências de furto e arrombamento. Os registros não são frequentes, mas além do caso da EMEI Leonel Brizola, o município também sofre com um ato de vandalismo que ocorre bastante na região: pichações. No mês passado, após ter recém recebido uma nova pintura, as paredes externas, o muro e o portão da EMEF Bernardo Lemke foram marcados com tinta vermelha. Por não se tratar de spray e pela escola ter sido uma das primeiras de Ensino Fundamental no município a receber os trabalhos de pintura, foi feita a repintura das estruturas.

Registros frequentes
Já o município de Campo Bom vem sofrendo com atos de vandalismo nos últimos meses, em diversos prédios do município. Os danos causados ao Complexo do CEI fizeram com que o local – onde se encontra a piscina do Complexo – esteja interditado até hoje. Em outra ocasião, a parte de fora do ginásio foi pichada, assim como o espaço Cidadão/Cidadania e a área do anfiteatro. O prédio da academia da Estação Saúde também foi pichado recentemente.

Escolas são alvo
Em Sapiranga, apesar dos dois últimos ataques terem ocorrido em prédios relacionados à Saúde, os alvos mais visados são as escolas. Na EMEI Dominó, no bairro Amaral Ribeiro, uma janela foi danificada e diversos aparelhos eletrônicos foram furtados, como computadores, impressoras e DVDs, em 12 de janeiro deste ano. Por ser uma escola muito visada, ela agora conta com vigilantes. Em março, a EMEI São Luiz registrou danos em uma de suas portas, e teve uma caixa de som furtada.

Ocorrências anteriores
A Assessoria de Imprensa Campo Bom lembra ainda de casos anteriores: a própria ciclovia da cidade foi depredada dias depois da inauguração de sua revitalização, em 2011, com danificação nos seus pergolados. Em 2010, o Labirinto Verde foi outro local vandalizado, ao ponto dos vândalos arrancarem e danificarem as árvores que estavam em crescimento havia quatro anos – isso antes mesmo de sua inauguração. Na época, a Administração chegou a abortar o projeto, mas decidiu retomá-lo posteriormente.

Medidas de prevenção
Em Sapiranga, o número de ocorrências só não é maior devido ao sistema de monitoramento em prédios públicos com alarmes que disparam e emitem alerta na central instalada na Prefeitura, comandada pela área de vigilância do Município. Segundo Vanderlei de Oliveira, coordenador da área de Vigilância, “algumas tentativas de furtos têm sido evitadas como na EMEI São Luiz, em duas ocasiões, através do infra externo que disparou o alarme e alertou os vigilantes de serviço para se deslocar ao local, evitando assim a consumação do arrombamento ou danos maiores ao local”. Assim como Sapiranga, Campo Bom também pede a colaboração da população: é possível entrar em contato com a Brigada Militar para alertar sobre os crimes, ou com a Prefeitura. Em Sapiranga, o telefone 3599-9500/ramal 216, da Prefeitura, funciona 24 horas.

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