Sapiranga – Das primeiras duas casas construídas, que somadas tinham 114m² e levaram dois anos para ficarem prontas, agora já são mais de 120 unidades entregues. Embora prefiram a palavra “sonhos”, os fundadores da J Marian Incorporadora constroem residências onde os moradores concretizam a conquista da casa própria. Com tecnologia e experiência agregadas, hoje a empresa conclui um residencial de quatro casas em quatro meses.
“Eu acho que quando a pessoa tem a casa própria, as coisas são sempre melhores”, define a arquiteta e urbanista Janaina Molling Marian, sócia-administradora da J Marian Incorporadora. Nas atribuições padrão das casas, nenhuma é desenvolvida com menos de dois quartos. Os imóveis são entregues prontos para morar, ou seja, com revestimentos, pintura, hidráulica, elétrica, e, de acordo com cada padrão, espera de ar condicionado, box de vidro no banheiro, painéis de led, portões e grades em alguns casos.
Em uma aula de empreendedorismo, Janaína e o também sócio-administrador Cassio Bart, foram inspirados pela possibilidade da construção, elaboraram um plano de negócios e começaram a construir casas. Já são mais de 120 unidades entregues, sendo apenas em 2024, 20 unidades populares e três de médio padrão, além de uma de alto padrão.
“A gente sempre pensa um imóvel que vai entregar bem estar. Então, a nossa ideia é fazer o melhor produto: da melhor forma possível, com os melhores acabamentos dentro do orçamento proposto, com privacidade e conforto para as famílias, e nas melhores condições de pagamento que a gente conseguir”, define o engenheiro civil. Ele explica que, apesar do padrão popular – que pode ser financiado pelo Minha Casa, Minha Vida -, ser o carro-chefe da empresa, a J Marian Incorporadora hoje trabalha com todos os padrões da venda, isto é, da casa de menos de R$ 200 mil até imóveis de mais de um milhão e meio de reais.
Pela numerosa quantidade de casas já realizadas, a construtora tem a possibilidade de mostrar como ficará o imóvel depois de pronto mesmo para quem está comprando na planta. “Quem está investindo na casa própria quer poder ver como vai ficar. A gente entende e, por isso, que hoje a gente tenta fazer um para ficar de modelo para as pessoas poderem ir lá olhar. Ver qual vai ser o porcelanato, o gesso do teto. Então, a gente consegue que a pessoa tenha um modelo para ela se basear”, explica Janaína. Já em padrões mais elevados de imóveis, existe a possibilidade de personalização dos acabamentos.
Ao realizar o sonho da casa própria de centenas de famílias, a J Marian Incorporadora também cresceu. “Desde que viemos para Sapiranga, fomos expandindo cada vez mais e, neste ano, estamos lançando duas novas marcas: a nossa empresa ambiental, que trabalha com eficiência e operação, e a nossa empresa de arquitetura e interiores, que faz projetos e execução”, adianta a arquiteta.
Com o slogan “design que inspira”, a empresa lança a Seele Arquitetura, um escritório especializado em transformar os sonhos dos clientes em realidade, unindo criatividade e técnica. Nesta marca, o cliente escolhe a localização, terreno e tipo de casa, e a equipe especializada desenvolve o projeto e executa a obra. “Nosso foco é atender as necessidades de cada projeto de forma personalizada, garantindo um equilíbrio perfeito entre a funcionalidade do espaço e a estética. Trabalhamos com soluções inovadoras e adaptadas ao perfil de cada cliente, valorizando não apenas o design, mas também o conforto, praticidade e sustentabilidade, para criar ambientes que sejam ao mesmo tempo visualmente atraentes e eficientes no dia a dia”, conta a arquiteta e urbanista Alessandra Barbieri.
Além dela, nos processos de expansão, a empresa passa a contar também com a doutora Júlia Dias, bióloga, na J Marian Consultoria Ambiental. “Nosso objetivo é transformar e simplificar os processos ambientais, integrando soluções que desburocratizem e facilitem a gestão sustentável no dia a dia”, define.
“Apesar das empresas serem novas, a gente já trabalha no ramo há bastante tempo. Nossa experiência já possibilitou conhecimentos tanto em arquitetura residencial, quanto com interiores. A trajetória também deu muita experiência com burocracias, legislações e toda a gama de atributos necessários para a aprovação de um projeto, por exemplo. Então, a expansão é uma sequência que almejávamos”, explica Janaína.





















































