Ninguém conseguirá dizer a um jardineiro que corta a grama todo o dia que a grama é vermelha se ele raciocinar, pois ele observa a grama todos os dias e sabe que ela é verde. Porém aqueles jardineiros que não raciocinam, mesmo vendo a grama verde todo o dia, podem mudar de opinião se não usarem o seu raciocínio.
As pessoas com medo deixam de raciocinar e não conseguem chegar a uma conclusão correta sobre a situação.
Observando o resultado de melhora de seus pacientes, Dr. Zeballos desenvolveu uma tese, baseada em seus conhecimentos adquiridos ao longo dos tratamentos de seus pacientes com COVID. O que fez a diferença no tratamento dos seus pacientes foi reverter o funcionamento do intestino. Porque está persistindo esta COVID longa? O vírus tem afinidade de se replicar numa célula de bactéria e passa a usar a máquina da bactéria. Ele estava se replicando nas bactérias do intestino. Isto explica os sintomas que ficam se perpetuando por muito tempo, e são secundários à proteína Spike. Uma toxina com capacidade de se disseminar pelos vasos e ir para o sistema neurológico e o coração gerando inflamação. Ela é sistêmica. Três meses após a imunoterapia de RNA mensageiro ocorre uma depleção de vários probióticos. Existe uma colaboração da espécie humana com as bactérias probióticas que habitam em nosso intestino. Estas bactérias produzem ácidos graxos de cadeia curta que tem a função primordial de manter o sistema nervoso central. Manter a mucosa do intestino íntegra.
Alimentar o cérebro e otimizar a memória. Observou também que ao se reestabelecer o equilíbrio das bactérias intestinais, o microbioma, a recuperação das pessoas foi surpreendente. Tem alimentos que geram fermento para as bactérias intestinais, os probióticos e você acaba com a inflamação do intestino que está favorecendo a entrada da proteína Spike. Concluiu que com o microbioma equilibrado a melhora acontece após 6 a 8 semanas.
Por Débora Maria Kehl Trierweiler, farmacêutica integrativa


















































