Jornal Repercussão
  • Cidades
    • Araricá
    • Campo Bom
    • Dois Irmãos
    • Nova Hartz
    • Sapiranga
  • Dia a dia
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Entretenimento
  • Edições Online
    Edição 697

    Edição 697

    Edição 696

    Edição 696

    Edição 695

    Edição 695

    Edição 694

    Edição 694

    Edição 693

    Edição 693

    Edição 692

    Edição 692

    Edição 691

    Edição 691

    Edição 690

    Edição 690

    Edição 689

  • O Jornal
    • Informações
    • Onde Encontrar
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Jornal Repercussão
  • Cidades
    • Araricá
    • Campo Bom
    • Dois Irmãos
    • Nova Hartz
    • Sapiranga
  • Dia a dia
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Entretenimento
  • Edições Online
    Edição 697

    Edição 697

    Edição 696

    Edição 696

    Edição 695

    Edição 695

    Edição 694

    Edição 694

    Edição 693

    Edição 693

    Edição 692

    Edição 692

    Edição 691

    Edição 691

    Edição 690

    Edição 690

    Edição 689

  • O Jornal
    • Informações
    • Onde Encontrar
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Jornal Repercussão
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Home Dia a dia

IBGE aponta taxa de desemprego estável no primeiro trimestre

O único recuo foi no Amapá

Redação Por Redação
13/05/2022 - 11:31
em Dia a dia
IBGE aponta taxa de desemprego estável no primeiro trimestre

Carteira de trabalho digital.

CompartilharCompartilhar

Por Agência Brasil

A taxa de desemprego no Brasil ficou 11,1% no 1° trimestre de 2022, o que significa estabilidade na comparação com o 4º trimestre de 2021, quando registrou o mesmo percentual.

 



Representa ainda queda de 3,8 pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2021, quando atingiu 14,9%. Os dados estão incluídos no resultado trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre anterior, a taxa de desocupação ficou estável em 26 unidades da Federação. De acordo com o IBGE, o único recuo foi no Amapá (3,3 pontos percentuais). Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a queda, contudo, não se deve ao aumento no número de pessoas ocupadas, mas a menor pressão das pessoas sem trabalho buscando ocupação no estado.

“Houve uma queda de 7,3% no número de pessoas na força de trabalho e um aumento de 10,4% no contingente fora da força”, explicou.

Os estados da Bahia (17,6%), Pernambuco (17%) e Rio de Janeiro (14,9%) apresentaram as maiores taxas de desocupação. Já as menores foram em Santa Catarina (4,5%), no Mato Grosso (5,3%) e no Mato Grosso do Sul (6,5%).

No 1° trimestre, a taxa de desocupação por sexo ficou em 9,1% para os homens e 13,7% para as mulheres. Em cor ou raça, o desemprego entre os brancos alcançou 8,9%, ficando abaixo da média nacional, mas para os pretos (13,3%) e pardos (12,9%) ficou acima.

Por faixas de idade, a taxa também ficou estável no período, se comparado ao trimestre anterior. O IBGE destacou que mesmo entre os jovens de 18 a 24 anos de idade (22,8%), que tradicionalmente têm elevadas taxas de desocupação, não houve crescimento, acompanhando o panorama nacional.

“São jovens ainda em processo de formação, que não têm uma inserção muito efetiva no mercado de trabalho, ocupando, muitas vezes, trabalhos temporários. Eles entram e saem do mercado com mais frequência. Muito em função de, às vezes, terem que compatibilizar estudos com trabalho. Há ainda outros aspectos estruturais, como pouca experiência e qualificação. Por isso, estão rotineiramente pressionando do mercado”, disse a coordenadora.

Escolaridade

A desocupação entre as pessoas com ensino médio incompleto atingiu 18,3%, percentual maior do que os das taxas dos demais níveis de instrução. No grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa ficou em 11,9%. É mais que o dobro da registrada para o nível superior completo, que chegou a 5,6%.

Rendimento

O rendimento médio real mensal habitual foi calculado em R$ 2.548. O valor representa elevação de 1,5% em relação ao 4º trimestre de 2021, quando atingiu R$ 2.510. É também um recuo de 8,7% ante o 1º trimestre de 2021. Já tinha alcançado R$ 2.789. Ainda em relação ao 4º trimestre de 2021, somente as regiões Norte (R$ 1.985) e Sudeste (R$ 2.875) apresentaram expansão relevante. Já na comparação com o 1º trimestre de 2021, a Região Norte ficou estável e as demais regiões apresentaram queda do rendimento médio.

“Na comparação com o quarto trimestre de 2021, somente as regiões Norte (R$ 1.985) e Sudeste (R$ 2.875) tiveram expansão significativa no rendimento médio. Já entre as unidades da federação, embora tenha havido uma tendência de leve aumento em boa parte delas, o único estado que realmente teve aumento estatisticamente significativo foi São Paulo (R$ 3.107)”, disse Adriana Beringuy.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que é o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada, ficou em 23,2% no 1° trimestre de 2022. O maior percentual, 43,9%, foi registrado no Piauí, seguido por Sergipe e Alagoas, os dois com 38,6%. Santa Catarina (8,3%), Mato Grosso (11,3%) e Paraná (14%) apresentaram as menores taxas.

Desalento

Ainda no 1° trimestre de 2022, o número de desalentados somou 4,6 milhões de pessoas. A maior quantidade foi na Bahia com 648 mil desalentados, ou 14,1% do contingente nacional. O percentual de desalentados, na comparação com a população na força de trabalho ou desalentada chegou a 4,1% nos primeiros três meses de 2022. Os maiores percentuais foram no Maranhão (15,8%) e em Alagoas (15,4%), Já Santa Catarina (0,6%), Mato Grosso (1,2%) e Distrito Federal (1,4%) foram os menores.

Carteira assinada

O percentual de empregados com carteira assinada atingiu 74,1% no setor privado, sendo os maiores percentuais em Santa Catarina (88,2%), São Paulo (82,4%), Rio Grande do Sul (81,1%). Maranhão (47,3%), Pará (51,3%) e Piauí (51,4%) registraram os menores.

Conta própria

A parcela da população ocupada do país trabalhando por conta própria ficou em 26,5%. Os maiores percentuais foram do Amapá (35,9%), Amazonas (35,7%) e Pará (34,6%) e os menores, do Distrito Federal (19,4%), Mato Grosso do Sul (22,3%) e São Paulo (23,6%).

Informalidade

A taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,1% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (62,9%), Maranhão (59,7%) e Amazonas (58,1%) e as menores, com Santa Catarina (27,7%), Distrito Federal (30,3%) e São Paulo (30,5%).

  • Desenvolvimento de sites
Tags: IBGEPaís
Notícia anterior

Etapa de atletismo marca primeira fase dos Jogos Escolares de Nova Hartz

Próxima notícia

Anvisa prorroga por 1 ano uso emergencial de vacinas contra a covid-19

 Notícias relacionadas

PODRIDÃO: ministro Gilmar Mendes manteve agenda de causa bilionária com Banco Master
Política

PODRIDÃO: ministro Gilmar Mendes manteve agenda de causa bilionária com Banco Master

Por Redação
18/09/2026 - 08:25
Dino pede vista, trava julgamento e dá a Moraes até 90 dias sem decisão no STF
Política

Dino pede vista, trava julgamento e dá a Moraes até 90 dias sem decisão no STF

Por Redação
15/09/2026 - 20:14
NA CORDA BAMBA: Moraes diz que nunca favoreceu o Banco Master
Justiça

NA CORDA BAMBA: Moraes diz que nunca favoreceu o Banco Master

Por Redação
15/09/2026 - 07:54
Em meio à abertura da investigação contra Moraes, Zanin recebe dados de celular de Vorcaro
Política

Em meio à abertura da investigação contra Moraes, Zanin recebe dados de celular de Vorcaro

Por Redação
14/09/2026 - 12:03
Flávio Bolsonaro é investigado pelo STF por financiamento da produção do filme de seu pai
Política

Flávio Bolsonaro é investigado pelo STF por financiamento da produção do filme de seu pai

Por Redação
11/09/2026 - 11:50
Lula e Vorcaro | Foto: Divulgação
Política

Lula diz que reunião com Vorcaro foi para dizer que banco seria investigado com seriedade

Por Redação
11/09/2026 - 08:21
Carregar mais
Próxima notícia
Anvisa prorroga por 1 ano uso emergencial de vacinas contra a covid-19

Anvisa prorroga por 1 ano uso emergencial de vacinas contra a covid-19

  • Cidades
  • Dia a dia
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Entretenimento
  • Edições Online
  • O Jornal

Jornal Repercussão - Criação Web Tchê Digital

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  • Cidades
    • Araricá
    • Campo Bom
    • Dois Irmãos
    • Nova Hartz
    • Sapiranga
  • Dia a dia
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Entretenimento
  • Edições Online
  • O Jornal
    • Informações
    • Onde Encontrar

Jornal Repercussão - Criação Web Tchê Digital

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

x
x

Add New Playlist

×