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Mas houve pressão | SISMUS buscou até o último minuto reajuste de 7,5%

Sapiranga – Por nove votos a favor e cinco contra, a Câmara de Vereadores aprovou o reajuste anual de 4,08% para os servidores públicos. Desde que iniciaram as negociações, o Sindicato dos Funcionários Públicos de Sapiranga (Sismus) buscava um reajuste maior. A primeira proposta foi de 12%, depois foi apresentada uma contraproposta de 7,5%, porém o Município argumentou que não havia margem para um reajuste superior aos índices inflacionários. Antes do projeto ir à votação, as bancadas do PT, DEM, PSDB e PDT ainda tentaram derrubar a urgência do projeto. Porém, com o voto de minerva do presidente da Câmara, José Aristides Figueiró de Moura, o Juca, o projeto foi a votação e acabou aprovado.

Outro projeto aprovado pelos vereadores foi o reajuste no vale-alimentação dos servidores de R$ 455,00 para R$ 486,00 (reajuste de 7%).

Sem aumento para secretários e vereadores

– No mesmo momento em que o projeto de reajuste dos servidores foi enviado à Câmara de Vereadores, a Prefeitura despachou ofício comunicando que o reajuste constitucional concedido aos funcionários públicos de carreira não será concedido à prefeita, ao vice-prefeito e a secretários municipais. “Esta medida de abrir mão do reajuste para o primeiro escalão vem ao encontro do nosso discurso de austeridade, de nos mantermos dentro dos nossos limites de comprometimento dos recursos. Destacamos a importância do servidor, e reiteramos que não estamos a desmerecer seus importantes serviços prestados, mas nossos limites de investimentos devem ser divididos com a saúde, educação, infraestrutura , saneamento e as demais diversas áreas de nosso Município”, destaca Corinha.

– O presidente do Sismus, Paulo Chapuiz da Luz, criticou o processo de votação e negociação. “A aprovação com o índice de 4,08% não era o que queríamos. Foi frustrante e vergonhoso. A prefeitura enviou o projeto ‘guela abaixo’ e os vereadores de situação votaram a cabresto. Lamentamos que chamaram a Brigada Militar e a determinação para que os CCs da Prefeitura ocupassem as cadeiras da plateia na Câmara desde as 10 horas. Temos absoluta convicção que existe margem para chegar, no mínimo, aos 7,5% de reajuste. O impacto nas contas públicas seria dentro do administrável. Tiraram a oportunidade dos servidores serem mais valorizados. Repudiamos todos os fatos lamentáveis que ocorreram na Câmara”, avalia Paulo.

Crédito da foto: Prefeitura de Sapiranga

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