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Sapiranga trabalha para reduzir o déficit de vagas na educação infantil


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Sapiranga – A Secretaria de Educação, Cultura e Desporto de Sapiranga vem realizando um trabalho constante para a redução do déficit de vagas na educação infantil do Município. Atualmente, são atendidas 3.771 crianças de 0 a 5 anos.

Conforme a pasta, desde o ano passado não há crianças na faixa etária de 4 a 5 anos em lista de espera em Sapiranga. “Fizemos alguns remanejos e também abrimos novas salas em escolas do ensino fundamental para acolher os pequenos, garantindo o aprendizado a todos”, afirma Cláudia Kichler, secretária de Educação do Município.



O atendimento às crianças de 0 a 3 anos, entretanto, segue como o ponto mais crítico, mas que vem recebendo soluções a curto e médio prazo. Um exemplo, conforme a Secretaria, é a Escola de Educação Infantil, ainda sem nome, que está em obras na Rua Afonso Lauer, no Bairro Centenário, e que cuja previsão é a de atender cerca de 300 crianças.

Escola em obras no Centenário

As obras da nova EMEI iniciaram no segundo semestre de 2016, com terraplanagem. A empresa contratada para a construção iniciou os trabalhos em janeiro de 2017. A conclusão está prevista para este ano, com um custo aproximado de R$ 2 milhões, através de um projeto para o Programa ProInfância.


Parcerias são fundamentais

Um bom exemplo deste ano foi a parceria fechada com a 2ª Coordenadoria Regional de Educação para a cessão de uso de duas salas na Escola Estadual Willy Oscar Konrath. Com este acordo, cerca de 75 alunos entre 4 e 5 anos, que até então estudavam em Escolas Municipais de Educação Infantil, agora frequentam o Jardim A e B nesta instituição de ensino, localizada no bairro Centenário. “Esta parceria foi fundamental, pois com a transferência conseguimos atender novos alunos de 0 a 3 anos nas EMEIs, suprindo parte da demanda”, explica Cláudia.

A secretária ainda explica que de 1.800 crianças de 0 a 3 anos que aguardavam vagas em 2017, o Município garantiu o atendimento de 1.251 em 2018. Permanecendo, portanto, um déficit de 549 vagas. Mas, esse número subiu depois do início do ano letivo. Em 20 de fevereiro, eram 1.054 crianças sem escola. E terça-feira, dia 13 de março, data do último levantamento, o número já havia saltado para 1.200. “Trata-se de uma conta difícil de fechar, pois, além da necessidade de mais salas de aulas, outros fatores justificam o aumento da lista de espera”, comenta Cláudia. Entre eles, cita os pais que começam a trabalhar e que precisam deixar seus filhos sob cuidados da escola, que é a melhor opção. Outro fator apontado são as taxas de nascimento. Segundo levantamento extraoficial da Smed, há entre 100 e 120 nascimentos por mês na cidade.

Texto e fotografia: Sabrina Strack

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