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Rodoviária fecha e deixa usuários sem referência em Nova Hartz



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Nova Hartz – Com uma redução na venda de bilhetes e um custo de R$ 1.700,00 mensais de aluguel para manter a rodoviária aberta, a atual responsável, Eliziani Barbieri, não teve outra opção: decidiu fechar o estabelecimento. “Ainda em 2016, procuramos a antiga administração, e com o atual governo, fizemos outros três contatos, sem sucesso”, relembra.

A média de venda de passagens (entre Citral e Ouro e Prata) girava entre 120 a 130 bilhetes diariamente. “A maioria era da Citral, mas para não ficarmos no prejuízo, tínhamos que vender entre 200 a 250 bilhetes”, pondera Eliziani.

Por enquanto, Eliziani vende as passagens da Ouro e Prata na própria residência. “Mas, a tendência é de que um estabelecimento, no bairro Campo Vicente, volte a comercializar os bilhetes”, projeta. No ponto de vista de Eliziani, no período que esteve à frente da rodoviária, não ocorreram problemas. “Os usuários estavam satisfeitos e deixaram muitas mensagens de apoio na internet. Acredito que os moradores e usuários que não possuem veículo próprio, serão os maiores prejudicados, pois terão que pegar táxi”, conclui.


Secretário contextualiza

“Entendemos que não era papel do Executivo subsidiar o funcionamento da rodoviária. Vivemos uma crise financeira nacional e os municípios sofrem com isso. Entendemos que os responsáveis teriam que reivindicar um percentual maior sobre a venda de bilhetes junto com as empresas Ouro e Prata e Unesul. Se a rodoviária não se manteve, é porque não teve demanda suficiente”, avaliou o secretário de Administração e chefe de Gabinete, Leonel Schaefer.

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