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Plantio de flores e roseiras em canteiros, praças e parques embeleza Sapiranga


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Sapiranga – Para que a cidade, literalmente, floresça em cerca de três meses, justamente no período em que acontece a tradicional Festa das Rosas, é preciso programação e organização.

O trabalho de plantio de flores e roseiras é organizado pela Secretaria de Obras Públicas e Serviços Urbanos. Na última semana, o replantio das roseiras em várias localidades do Município foi concluído, após semanas de mau tempo e excesso de chuva. “Estamos no limite para plantar, com lua boa também. Essa semana vai dar certinho”, comemorou Gilberto Antonio Lenhart, responsável pela coordenação dos trabalhos.



Cerca de duas mil mudas de rosa, de cores diversas, foram plantadas pela cidade, como na Praça das Rosas, no canteiro da Av. Antão de Farias, por toda a extensão da 20 de Setembro, no Parque do Imigrante e ainda na Rua Riachuelo, no bairro Centenário. São cerca de nove pessoas na equipe, trabalhando no replantio das mudas – raiz nua – das roseiras, que são replantadas nas falhas, onde mudas antigas morreram ou ficaram velhas demais. “Têm rosas que vêm de anos atrás, da época em que a Festa das Rosas foi reiniciada, plantamos 50 mil mudas em um ano só. Tem muda daquela época, estou replantando aos poucos”, explica Gilberto. Após cerca de três semanas do plantio será colocado o adubo, reforçando a planta, e no período da Festa, as roseiras estarão no auge da brotação.

Flores da estação, de inverno, também foram plantadas nas praças e canteiros da cidade

Além das roseiras, estão sendo plantadas as flores de época, comuns no inverno, nos canteiros, rótulas e também na Praça das Rosas. São, no total, 11 mil mudas de flores diversas, plantadas durante o ano, por toda a cidade.


Luz solar para as roseiras


O secretário da pasta, Eduardo Freese (na foto, à direita) salienta que é essencial, para as mudas florescerem, considerar o clima e a iluminação dos locais em que são plantadas. Como exemplo, as roseiras, que precisam de muito sol para crescerem e brotarem saudáveis. E é por isso que em parte da Praça das Rosas, não há roseiras, porque elas não sobrevivem à falta de luz solar. “Onde pega sombra, não tem como as roseiras pegarem. E sem colorido, ficava feio. Foi aí que o Sr. Gilberto deu a ideia de plantar flor de um lado e roseira do outro. Aí funcionou”, pontua o secretário. “A roseira quer sol. Não se desenvolve sem”, explica Gilberto (na foto, à esquerda).

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