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Patrimônio dos gaúchos, Corsan investe em Campo Bom e Sapiranga



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Região – Importantes ações da Corsan estão em andamento em Campo Bom e Sapiranga. Juntas, somam investimentos nos dois municípios de R$ 46.914.000,00 e integram um esforço da Corsan para manter a universalização da cobertura de água e atender 30% da população urbana com a utilização do sistema de esgotamento sanitário de modo sustentável e com a garantia da satisfação dos clientes.

Até 2030, a Corsan quer ser reconhecida pela universalização dos serviços de abastecimento de água, por atender 70% da população urbana utilizando o sistema de esgotamento sanitário, pela excelência dos seus serviços e produtos e pela consolidação de novos negócios.

A Corsan foi criada em 21 de dezembro de 1965 e oficialmente instalada em 28 de março de 1966, sendo esta a data oficial de sua fundação. O desafio de proporcionar ao Rio Grande do Sul e a sua população melhor qualidade de vida foi enfrentado pela empresa que surgia. E a imagem do transportador ou fornecedor de água, que precariamente abastecia as populações no início do século, ficou definitivamente na história.

Atualmente, a Corsan abastece cerca de 6 milhões de gaúchos. Isto representa 2/3 da população do Estado, distribuídos em 318 municípios. Em Campo Bom e Sapiranga, são mais de 120 mil pessoas. E esse número pode aumentar. Nova Hartz, que ainda não dispõe de um sistema de abastecimento de água, possui aberta negociação e estuda uma concessão com a Corsan.

Entenda as obras da Corsan nos municípios da região

CAMPO BOM

Atualmente a Corsan tem em andamento três contratos de obras em Campo Bom: nova captação de Água Bruta, Ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA) e redes de esgotamento sanitário. A Estação de Captação de Água Bruta, que teve a sua execução iniciada ainda em 2016, está com as obras em andamento e atingiu 33% de conclusão

Por outro lado, a obra da Estação de Tratamento de Água (ETA) está 91% concluída. Esta estação elevará a capacidade de tratamento de água de 400 para 1.000 litros por segundo, dando maior confiabilidade e capacidade ao sistema de Campo Bom, Sapiranga e Estância Velha. Essa obra também compreende a reforma da ETA antiga, que somente poderá ser iniciada após a entrada em operação da nova ETA. Para elevar a qualidade do serviço prestado, a Corsan está investindo os seguintes valores em Campo Bom:

Captação de água bruta
R$ 8.788.000,00


Estação de Tratamento de Água
R$ 15.559.000,00

Redes de esgotamento sanitário
R$ 7.535.000,00

No aspecto do tratamento de esgoto, até o momento foram executados 31 % das obras. Ao todo serão 25 km de redes de esgoto e 15 km de ramais prediais. Nesta etapa, serão atendidos os consumidores dos bairros Santa Lucia, Cohab Leste, 25 de Julho e Jardim do Sol, que somam cerca de 23% da população do município. Porém, para esse tratamento de esgoto ocorrer, ainda é necessário construir uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Conforme a Corsan, o projeto, a definição de local e licença da Fepam já existem. Falta definir a disponibilidade de recursos e licitar a obra.

SAPIRANGA

Um dos principais desafios do governo do Estado na área do saneamento é ampliar a coleta e o tratamento de esgoto nos 318 municípios atendidos pela Corsan. Na cidade de Sapiranga, o objetivo está prestes a virar realidade. Em Sapiranga, a Corsan está executando, conforme o Contrato 684/15, as redes de esgotamento sanitário da Bacia SA 05 e elevatória de esgotos SA 05. As obras das redes estão concluídas: 27 km de redes de esgoto, 11 km de ramais prediais e 1.100 ligações intradomiciliares. Também está em execução a estação elevatória de esgoto, que se encontra em fase final, com 90 % das obras concluídas. O total do investimento da Corsan em Sapiranga é de:

Redes de esgotamento sanitário
R$ 15.302.000,00

A conclusão da elevatória de esgoto permitirá, entre outros, a ativação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Passo Cruz, construída pela Prefeitura. Com a execução das redes de esgoto que está sendo realizada pela Corsan, será possível coletar e tratar o esgoto de 15% da população local. Com exceção dos condomínios fechados, hoje Sapiranga não conta com a coleta e tratamento de esgoto.

Fotografia: Bruna Bertoldi

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