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Nova Hartz quer ter 100% dos medicamentos acessíveis



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Nova Hartz – A busca por melhoria na saúde de Nova Hartz vem sendo constante. Além das mudanças na marcação de consultas agendadas, já divulgado pelo Jornal Repercussão, o Município vem trabalhando para que não faltem medicamentos na Farmácia Básica Municipal.

Hoje, a Farmácia Básica tem 100% dos medicamentos comprados, sendo que mais de 80% deles estão disponíveis para retirada por pacientes. “Estamos com 100% dos medicamentos comprados e uma base de 80% sendo entregues, o que é difícil de vermos aqui na região. Só não estamos com 100% porque tem medicamentos que estão faltando nos laboratórios e, por isso, não foram entregues ainda”, explicou o secretário de Saúde, Neri Chicatto.

Guilherme Pilger

Objetivo é 100%


Chicatto (foto ao lado) pontuou que para alcançar os 100% a Secretaria sempre faz o pedido de compras com antecedência. Contudo, às vezes, a alta procura por um mesmo medicamento em um curto período pode ocasionar a falta. Após realizado o pedido de compra, a empresa responsável tem o prazo de até 15 dias para entrega.

Dos seis medicamentos que estão em falta, hoje, na farmácia do Município, três deles devem chegar até o final desta semana. O maior problema enfrentado na aquisição dos medicamentos é que, frequentemente, os laboratórios não têm a matéria-prima, o que causa atraso na entrega. Neri ainda destacou que através dos investimentos que vêm sendo realizados na Saúde do Município é possível oferecer melhores serviços à comunidade. “O prefeito Flavio Jost vem investindo muito na saúde. E medicamentos são algo que ele não quer que falte. Então quando vemos que está chegando no fim, já fazemos um novo pedido”, ressaltou Chicatto.

Outro cuidado que vem sendo tomado é com o desperdício. A regra é não deixar remédios vencerem. “O nosso grande cuidado está em não deixar nada vencer para não ir fora. Se um medicamento está próximo do término da validade, não compramos mais para que ele não vença”, salientou o secretário. Com essa medida, além de ser poupado dinheiro público na compra dos remédios, também há economia no descarte. Medicamentos vencidos não devem ser descartados no lixo comum ou em pias e vasos sanitários, pois contaminam o solo e a água. Muitos laboratórios e farmácias aceitam estes remédios e realizam o descarte correto.

Texto: Bruna Bertoldi

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