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Mulheres agricultoras criam grupo Koloniegeschmack que reativará Casa do Agricultor em Sapiranga


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Sapiranga – Com o objetivo de garantir às mulheres uma vida mais digna, criativa e autônoma, capaz de conectar produtoras e consumidores por meio da criação de um espaço de interação, produção e comercialização de produtos da agricultura familiar, foi que um grupo de cerca de 15 mulheres de Sapiranga desenvolveu um projeto para reativar a Casa do Agricultor, localizada no município, às margens da RS-239.

Será neste espaço, que a partir de 2019 as mulheres irão receber comunidade e visitantes para apresentar e comercializar seus produtos, como cucas, pães, biscoitos, e até mesmo organizar um café colonial para oferecer todas as delícias produzidas. “Ideia naquele espaço é fazer se tornar uma referência para quem visitar, fazer parar alí. Porque não temos nada de rural na cidade. E temos 14 agroindústrias na cidade, regularizadas, que estão se envolvendo no projeto, no sentido de serem os fornecedores. Nós vamos utilizar os produtos daqui”, explica Angelisa da Silva Silveira, extensionista rural social da Emater, em Sapiranga, que auxilia as mulheres na organização do projeto.



Grupo estará na Festa
O projeto, aceito pela Administração, já conta com o apoio da Secretaria de Agricultura e também do Turismo. Assim, já com a intenção de divulgar o trabalho, as mulheres assumem o espaço do forno colonial, dentro do Parque do Imigrante, durante o período da Festa das Rosas, quando o principal atrativo será a cuca de rosas.

Ligar o meio rural com a cidade é um dos objetivos
A intenção do grupo, cujo nome escolhido foi Koloniegeschmack, palavra alemã que significa Sabor da Colônia, é assumir a casa até o meio do ano de 2019. “O turismo também está nos apoiando bastante.Estamos fazendo várias capacitações com as mulheres, como cooperativismo, design, gestão de agroindústria, biscoitos, tortas, e outros”, explica Angelisa. O grupo se reúne toda segunda-feira a tarde.


O movimento, visa, com o reabertura da casa do agricultor, proporcionar um resgate da gastronomia alemã. “Teremos, por exemplo, duas pessoas responsáveis pelo bolinho de batata. Queremos trabalhar nessa casa, nesse sentido. Resgatando a gastronomia, toda a parte das plantas medicinais, chás. Ensinar. Retomar, fazer um resgate histórico e cultural. Será uma forma de ligação do meio rural com a cidade”, pontua a extensionista rural. O grupo conta com mulheres de todas as idades, desde idosas, até jovens de 20 anos.

Fotos: Emater

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