Mãe é mãe! Inspiração, carreira e exemplos - Jornal Repercussão Jornal Repercussão
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Sapiranga – Seis perfis diferentes de mães. Foi esse o objetivo do Repercussão ao buscar essas incríveis mulheres e tornar suas histórias conhecidas. Em comum? Todas possuem um amor incondicional pelos seus filhos. Tatiane optou por ficar em casa após o nascimento do primeiro filho. Lauren concilia trabalho fora e negócio próprio. Renata é mãe de gêmeas. Monique é bombeira e mãe de um casal. Giovania é policial civil e tem duas meninas. E Gleci é engenheira civil e mãe de uma menina.

“Vida de mãe que cuida de filho em casa é tanto ou mais cansativa quanto a de quem trabalha fora. A gente acorda cedo e é a última a ir dormir!”, pontua Tatiane Barbosa Fagundes, mãe da Lais Fagundes Molter, de 3 anos e 4 meses, e de Bruno, 1ano e 6 meses. Tatiane decidiu parar de trabalhar em escritório quando a Lais nasceu. Hoje, ela já frequenta a escolinha. O Bruno segue com a mãe. Tatiane, além de cuidar dos filhos, trabalha de casa, com sua loja online, TatyArts, que vende roupas infantis. Tati se alegra em dizer que valeu a pena poder mudar de vida e priorizar a criação dos filhos.

Renata Grosze Nipper e Silva é mãe de gêmeas! Beatriz e Isabela Silva Müller, hoje com 7 anos, chegaram como uma surpresa para os pais, que não tinham nenhum histórico de gêmeos na família. “Fomos abençoados e muito surpreendidos quando na primeira eco descobrimos que teríamos dois de uma única vez”, relembra Renata. Devido a uma bolsa rompida, as meninas nasceram com 27 semanas e 1kg cada uma. Tiveram que passar 82 dias na UTI Neo. “Maternidade é um aprendizado constante. É trabalhoso e exige dedicação, mas também é muito prazeroso e gratificante”, define Renata.

Lauren Fischborn é técnica em Nutrição e trabalha no hospital de Clínicas de Porto Alegre. Após o nascimento da filha, Iohana, hoje com 2 anos e 9 meses, iniciou um novo projeto: confecção de babeiros menores para bebês. Hoje a Ioio Arts oferece diversas peças infantis personalizadas. O objetivo é poder focar só na Ioio e ainda na 3D Stuffs, de impressões em 3D, do marido Vinícius. Desde a última semana Lauren está de licença saúde, pois fez uma cirurgia delicada, o que a obrigou a deixar os projetos em stand-by. “Cada dia é uma aventura. Quero poder sentar com ela, fazer o tema, ler o livro, ajudar. Essa parte que a gente precisa estar presente, próximo”, avalia Lauren.

“9 anos atrás ser mãe foi uma decisão!”, relembra Gleci, mãe da Eduarda e engenheira, graduada e atuante em execução de obras quando optou pela maternidade. Ela, que trabalhou até os 7 meses de gravidez, hoje reformulou a carreira e atua com projetos para estar mais próxima da filha. A chegada da Eduarda mudou sua forma de enxergar a vida. “A minha própria visão de vida mudou depois que eu me tornei mãe. Tu sente que recebeu a dádiva de ser responsável por uma vida. É uma coisa linda. Comecei a sentir muito intensamente o milagre da vida, da presença de Deus na vida da gente”, descreve Gleci, que levou nove meses para retomar a carreira após o nascimento da filha. Ela destaca que o marido e pai é o elemento principal e fundamental.

Giovania de Freitas, graduada em direito e policial civil há 23 anos, tem duas filhas. A Alessa de Freitas Pippe, de 12 anos, e a Amanda, de 9. Apaixonada pela profissão e com a carreira já estabelecida quando engravidou, o período de afastamento foi o da licença de seis meses. “Jamais pensei em não voltar. Adoro minha profissão. Tu é mãe, mulher e profissional. Mulher precisa saber conciliar, ter seu sustento. Tudo vale a pena”, avalia. “Trabalho fora do horário de expediente. Faço operação especial, saio de madrugada, isso é muito comum na nossa carreira”, conta Giovania, que tem a parceria do marido, empresário, para organizar a rotina das meninas.

A Monique Dorscheid, 31 anos, é bombeira em Sapiranga desde 2012. Ela tem dois filhos, Arthur Wachburger, 13 anos, e Laura Dorscheid Olkoski, 6 anos. Como bombeira, rotina é algo que não tem. Os turnos na corporação podem variar de 24 ou 12 horas, durante o dia ou à noite. E ainda expedientes de 6 horas. “Meu marido também é bombeiro, então a rotina é definida depois da publicação da escala de serviço”, conta Monique. Mesmo com a correria do dia a dia, ela acredita que todo o esforço vale a pena. “Embora às vezes seja um pouco cansativo, voltar para casa com sensação de dever cumprido é muito gratificante. Quero ser o exemplo para eles, mostrar que seres humanos precisam ser melhores uns com os outros”, pontua.

Texto: Sabrina Strack

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