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EGR evita estabelecer prazos de passarelas na 239


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Sapiranga – Não há dia, mês ou data definida para a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) concluir os projetos básicos de engenharia das passarelas ao longo da RS-239. O desenvolvimento dos cálculos e projeções estão sob a responsabilidade da equipe técnica da EGR e, por enquanto, as únicas definições é de que as passarelas serão construídas no KM-26 (entre o bairro Vila Irma e Oeste) e no KM-28 (em frente da Calçados Beira Rio).

A demora no andamento dos projetos básicos recaem sobre duas dificuldades: a primeira é o reduzido corpo técnico que a estatal possui para o desenvolvimento dos projetos, e o segundo ponto é explicado pelo próprio diretor-presidente da EGR, Nelson Lídio Nunes. “Hoje, são as mesmas pessoas/engenheiros envolvidos em projetos distintos. Ainda estamos estudando os projetos para implementação das passarelas”, explica Nunes.



Outra definição é relativo ao modelo construtivo das passarelas. “Será igual ao modelo implementado em Parobé – ou seja, de concreto. Evidentemente, que será adequado aos locais que serão implementados”, destaca o presidente da EGR.

Após conclusão dos projetos, virá a licitação

Os sinais de que o início das obras das passarelas demorarão foram explicados pelo presidente da EGR. “Primeiro, temos que terminar o projeto básico, depois disso, temos que licitar a execução. Esperamos aprontar no menor espaço de tempo possível. Não posso afirmar que fique pronto em 2017 (se referindo ao projeto básico, sob responsabilidade da EGR). Temos todo um cálculo estrutural que envolve a execução e tem que ser muito bem estudado isso. Não é muito rápido. Tem toda uma característica própria”, alerta Nunes. O presidente evitou comentar também sobre valores. “Com o projeto executivo, teremos como saber a quantidade de material”, pontua.


31 DE AGOSTO DE 2017
Em reportagem, o Jornal Repercussão anunciou que a pressão das lideranças locais com a EGR foi decisiva para o governo estadual ceder, e confirmar a intenção de construir as passarelas no trecho de Sapiranga da RS-239. À época, o diretor-presidente, Nelson Lídio Nunes, ressaltou que o modelo construtivo ainda dependia de estudos. Agora, este ponto se encontra superado e definido.

A construção das passarelas ao longo da RS-239 sempre retornam ao centro do debate, principalmente quando ocorrem acidentes com vítimas fatais na rodovia. Inicialmente, a EGR sempre comentava que não podia construir passarelas no trecho, pois este tipo de intervenção custava caro e teria que ser articulado com as empresas instaladas nas cercanias da rodovia.

14 DE SETEMBRO DE 2017
Após ato na Câmara de Vereadores de Sapiranga – que reuniu toda a direção da EGR, o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, deputados estaduais e dezenas de lideranças e vereadores, a EGR confirmou a sua intenção de iniciar as obras entre o fim de 2017 e o início de 2018. Porém, três meses após o anúncio de que faria o projeto e a obra, a EGR sequer concluiu ainda o projeto básico, que é de sua responsabilidade, o que atrasará ainda mais as prometidas passarelas na RS-239.

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