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Apae auxilia na inclusão de crianças e adultos com deficiência na sociedade

SENAC Novo Hamburgo

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Sapiranga – O Dia Mundial da Pessoa com Deficiência foi comemorado no último domingo (3). Momento que provoca a reflexão da sociedade perante ao esforço comum que vem sendo realizado para integrar essas pessoas. Contudo, a maior busca está em entender que as pessoas com deficiências têm algumas limitações, mas que podem viver uma vida muito próxima das demais.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Sapiranga proporciona uma estrutura pedagógica e social para atender PCDs (pessoas com deficiência) e seus familiares, com acompanhamento desde bebês até a vida adulta. O ambiente conta com diversos espaços adaptados para todos os tipos de necessidades.

Guilherme Pilger

Entre os espaços de uso comum na Escola de Educação Especial Recanto Esperança e no Centro de Atendimento Especializado (CAE) está a brinquedoteca, sala de informática e de projetos, além de pracinha. Também é oferecido acompanhamento com especialistas, como: psicólogas, fonoaudiólogas e fisioterapeutas, que buscam estimular e auxiliar no desenvolvimento dos alunos.


Inclusão no dia a dia

A comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência pode auxiliar a sociedade a refletir sobre assuntos relacionados ao tema. Questionada se há um esforço comum na sociedade em incluir esse jovem e adultos no convívio social, a diretora pedagógica da APAE Sapiranga, Eronita Telles Alvarez, foi positiva. “Sim, tem um esforço e cada vez mais os profissionais estão buscando preparação para trabalhar com esses alunos, até mesmo em outro espaços está havendo um esforço para a acessibilidade”, destacou.

Eronita lembrou que os PCDs podem frequentar escolas regulares e trabalharem. Só deve se dar atenção quanto às suas necessidades. Algumas orientações, às vezes, tem que ser repetidas. As atividades se desenvolvem de uma forma mais lenta e, principalmente, ter espaços adaptados, como banheiros.

Eronita ressalta que profissionais e empresas têm se especializado para melhor acolher essas pessoas, mas ainda é necessário vencer a barreira do preconceito.

Voluntariado movendo a instituição

Conforme a diretora pedagógica, a APAE Sapiranga atende hoje cerca de 165 alunos. Por não ter fins lucrativos e não ser um órgão governamental, a entidade conta em sua maioria com a ajuda de empresas e de voluntários.

Entre as empresas e instituições estão as lojas Clip Na Graça, que lançou a Campanha Solidária em dezembro, e o Banco do Brasil que subsidiou a construção da brinquedoteca. Há voluntários auxiliando nas atividades da Apae, como Vera Moraes, que está desde agosto ajudando em passeios e na oficina de gastronomia. “É maravilhoso, eu amo eles, eles são carinhosos”, destaca Vera.

Parcerias com empresas

Além do atendimento clínico e pedagógico, a Apae tem parceria com empresas como a Paquetá e Senai. O Senai oferece cursos profissionalizantes para os alunos, que depois são encaminhados para a empresa a fim de realizar atividades práticas.
Essa parceria tem proporcinado especialização e vem refletindo na vida dos alunos e nas empresas, como comentado pela Coordenadora Corporativa de Responsabilidade Social da Paquetá Sapiranga, Fabiana Dalanhol.

Paquetá é parceira da Apae

O Grupo Paquetá, de Sapiranga, conta hoje com 70 PCDs no quadro de funcionários, exercendo as mais diversas funções. Há operador de amostras e de produção, assistente administrativo, assistente financeiro, supervisor, coordenador, modelista técnico, revisor de qualidade, analista de RH, entre outros.

Para Fabiana, todos os portadores de algum tipo de deficiência podem exercer qualquer atividade desde que sejam garantidas as condições adequadas.

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