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A culinária em alta na Festa das Rosas


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Sapiranga – As rosas tomaram o seu lugar de destaque há muitos anos na cidade, ainda no início da colonização alemã, muito antes da emancipação municipal. Aqui eram cultivadas diversas flores, porém a rosa sempre teve mais importância.

Elas estão espalhadas por todos os lugares em Sapiranga. Nos canteiros das casas, ruas e avenidas, dentro do Parque do Imigrante, nos símbolos oficiais como o hino, brasão e, consequentemente, na bandeira da cidade.



As rosas prevalecem até mesmo naquilo que não é considerado símbolo oficial, mas que tem o seu valor simbólico, como no totem – na entrada da cidade -, nos vestidos das soberanas e na culinária local.

Desde os primórdios da festa, o uso de rosas na culinária despertou a criatividade dos sapiranguenses. Tanto é que na 15ª edição da Festa das Rosas já eram produzidos licor e sorvete de rosas. E a rosa na culinária voltou a ter destaque com Angela Dias Stumpf e a cuca de rosas.

Entenda como é produzida a cuca de rosas

Pela segunda vez, Angela estará na festa produzindo a famosa cuca de rosas. E ela revelou alguns detalhes de como são produzidas essas cucas e todo o cuidado que existe, desde o cultivo das rosas utilizadas, até a efetiva montagem.

A cuca de rosas será produzida e comercializada no espaço próximo ao lago, dentro das dependências do Parque. Neste local, há uma área com fornos à lenha.


A cuca de rosas tem dois sabores diferentes, um de maçã com canela e outro de abacaxi. Na produção são utilizadas pétalas de rosas vermelhas, orgânicas, produzidas por Angela e sua família na própria residência.

Ela conta que a massa recebe uma “cama” de pétalas de rosas (que acabam ficando envoltas na massa). Depois desse passo é agregado o recheio, de acordo com a preferência.

Angela comentou da curiosidade que as pessoas têm em saber como a cuca é feita. “Eu percebo que o público gosta muito e eles vêm interessados em saber qual é o gosto dessa cuca, pois ela é bem diferente. Eu me sinto gratificada em poder usar um símbolo. E a rosa não é algo simples de trabalhar na culinária”, conta.

No primeiro ano que ela participou, produziu mais de 500 cucas. Esse ano a intenção é superar essa marca, lembrando que não serão vendidas apenas cucas, mas também haverá pães e biscoitos.

Angela comentou que o mais engraçado é ver as pessoas próximas a parede de vidro que tem no local, acompanhando o processo de produção. Até iniciar com a fabricação das cucas ela não tinha o hábito de participar da festa. E por isso, não tinha noção de que tantas pessoas se reuniam e se encontravam no parque.

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