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Vídeo: Rossetto defende papel de estatais em agenda por Sapiranga



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Sapiranga – O pré-candidato a governador do Rio Grande do Sul pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Miguel Rosseto, esteve no município nesta quarta-feira (20). Ao lado das principais lideranças petistas sapiranguenses, Rosseto participou de agendas no Sindicato dos Metalúrgicos e na Federação Democrática dos Trabalhadores na Indústria do Calçado do Rio Grande do Sul. Ao final da agenda, foi conferir o Loteamento Porto Verde, no bairro Fazenda Leão, construído na época em que integrava o governo da presidente, Dilma Rousseff.

Rosseto defendeu que o Rio Grande e o Brasil precisam mudar. “O Estado gaúcho precisa voltar a crescer, se desenvolver, e isso passa pelo Governo Federal retomar os investimentos nos estados e municípios. Atualmente, o povo gaúcho vive com medo, pois o governo Sartori destruiu a segurança pública. São cinco mil brigadianos a menos nas ruas. As escolas públicas são espaços de aprendizado e da paz. Pois, há um conflito devido ao desrespeito dos estudantes aos professores, que não recebem em dia há 30 meses”, defendeu Rosseto.

Para o pré-candidato ao governo estadual, o PT tem papel importante e pode tirar o Rio Grande do ambiente de desalento e da agenda de destruição. “Hoje, temos 500 mil desempregados”, cita.

Saúde pública e investimentos

Entre os pontos que Rosseto analisa que o atual governo está deixando a desejar é a saúde pública. “O Governo Sartori deve mais de R$ 500 milhões aos municípios. Precisamos recuperar o ambiente de cooperação entre o estado e municípios para ter uma boa saúde pública especialmente com a população mais idosa. Primeiro ato, como governador será pagar salário em dia de servidores, professores e policiais. Também é necessário recuperar a capacidade de investimento e gerar trabalho e emprego”, defendeu Miguel Rosseto. Também já deram entrevistas ao Jornal Repercussão os pré-candidatos Jairo Jorge (PDT) e Eduardo Leite (PSDB).

Crise fiscal e Lei Kandir


Para o pré-candidato, a crise fiscal do Estado será superada com crescimento econômico, com controle e atuação firme no combate à sonegação. “Além disso, é necessário controle dos gastos. O governo atual gasta muito e gasta mal, e vamos resolver o problema da dívida e vamos cobrar o que o Estado tem direito, que é Lei Kandir. A dívida é insustentável, são 20 anos pagando uma dívida mal negociada pelo ex-governador, Antônio Brito, e pelo ex-presidente, Fernando Henrique. Hoje, essa negociação nos consome 13% da receita todos os meses, e o Sartori quer ficar mais 50 anos pagando”, critica Rosseto.

E no entendimento de Rosseto, o Rio Grande do Sul só voltará a crescer dando o protagonismo, também para as instituições financeiras estaduais. “Banrisul, BRDE e Badesul são fundamentais e estratégicos. Estes bancos devem ser públicos, são bancos do povo gaúcho e devem continuar sendo nossos. Precisamos aprimora-los fomentando o crédito, aos municípios, a indústria e a nossa economia. Assim, garantiremos investimentos para recuperação econômica e geração de trabalho e emprego”, conclui Rosseto.

Fotografia: Deivis Luz

Veja o vídeo abaixo:

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