Dia a dia

Loteamento Solaris da Cooperhab avança na aprovação do projeto urbanístico em Sapiranga


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Sapiranga – Desde 2016, o Jornal Repercussão vem acompanhando o desenrolar da história do Loteamento Solaris. A situação já se arrasta por mais de 10 anos, mas nos últimos dois, o que estava trancando o andamento era a aprovação do projeto urbanístico por parte da administração municipal, o que fazia com que após cada alteração, o processo voltasse ao final da fila.

Não havia como seguir sem a aprovação do projeto urbanístico, pois ele é a base de tudo. “O projeto urbanístico é o alicerce para tudo. Sobre ele são feitos os cálculos dos projetos complementares de terraplenagem, corte e aterro, drenagem pluvial, pavimentação, arborização, água e luz”, afirma Clausemir Fredrich, presidente da Cooperhab.



Na última quarta-feira (12), o projeto urbanístico foi finalmente aprovado, e agora os complementares já estão em fase de desenvolvimento. “Assinei o contrato com o engenheiro técnico da elétrica, e ele já está fazendo o projeto da iluminação pública e da rede de energia elétrica”, conta Clausemir.

Outra novidade é a agilidade que a cooperativa busca nos demais projetos. “Os projetos complementares estão com a nossa engenharia, eles já tinham uma base pronta e agora estão lapidando com as alterações solicitadas. Mas nosso engenheiro me passou que quer finalizar tudo para encaminharmos para o município aprovar ainda neste mês”, finaliza.

“Estou muito feliz pelo andamento do projeto, há anos estávamos neste impasse, mas finalmente pudemos tornar realidade o que estava apenas no papel. Claro que dependemos dos prazos de outras autarquias, mas no que depender de nós (Cooperhab), vamos ficar em cima para entregar tudo o mais rápido possível,” promete Clausemir Fredrich, presidente da Cooperhab.

Repercussão alertou para situação há dois anos


Em agosto de 2016, o Jornal Repercussão já havia informado quanto a demora na entrega das moradias devido às burocracias. No período, diversas alterações vinham sendo solicitadas pelo município e empresas como a AES Sul (antiga empresa de energia) e a Corsan. Ainda, não havia, naquela época, segundo alegações da prefeitura, através do ex-secretário Édison Conceição, ruas de acesso ou saída ao loteamento.

 

 

Texto: Taylor Abreu

 

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