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EGR tem receitas maiores, mas cresce desembolso


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Região – Em outubro de 2017, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) anunciou o reajuste do pedágio de R$ 2,40 para R$ 3,25. De 2017 para 2018, ou seja, após o aumento da tarifa, a Praça de Campo Bom só não obteve superávit em quatro meses deste ano (fevereiro, março, maio e julho). No comparativo entre janeiro a outubro de 2017 com o mesmo período de 2018, a Praça de Pedágio contabiliza uma arrecadação de R$ 3.027.935,01 acima do mesmo período de 2017. Porém, o desembolso acumulado em 2018, é maior do que o arrecadado: R$ 24.993.509,67 (arrecadado) contra R$ 26.895.049,35 do chamado desembolso (valor reinvestido na rodovia e para a sua respectiva manutenção – confira tabela ao lado).

Desta forma, mesmo com o reajuste na tarifa, as estatísticas mostram que faltando menos de 40 dias para o fim de 2018, o reajuste não está sendo suficiente para cobrir as despesas que a EGR possui com a manutenção da RS-239. “Os contratos de obras e projetos são pagos conforme execução dos mesmos. O fluxo de caixa mensal da praça de Campo Bom passa por movimentos que não representam que a mesma seja deficitária ou superavitária”, diz nota da EGR.



Demandas acumuladas

A EGR disse que a falta de reajuste contrastava com as demandas acumuladas no que diz respeito à manutenção e implementação de melhorias em todas as rodovias. “Nossa programação de investimentos é feita levando em conta as possibilidades financeiras de cada praça. O caso da RS-239, uma série de melhorias foram e estão sendo feitas com recursos da arrecadação da praça de pedágio de Campo Bom”, diz trecho da nota enviada ao Repercussão. Para iniciar a construção da passarela junto à Beira-Rio, uma rede elétrica precisa ser alterada, mas a EGR não tem previsão de quando ocorrerá isso.



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