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Centro de Educação Ambiental Nestor Weiler atende toda comunidade com o objetivo de pensar e vivenciar a natureza


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Campo Bom – O Centro Municipal de Educação Ambiental Nestor Weiler (CEMEA), localizado na Rua Aimoré, bairro Metzler, é considerado pelos frequentadores como um lugar encantado. O espaço serve como um local que vai além do explicar a Educação Ambiental para crianças, jovens e adultos. A proposta é fazer com que as pessoas vivenciem, dialoguem e construam a educação ambiental de forma coletiva.

“A equipe pedagógica, alunos e familiares são participantes ativos ao longo de todo o ano letivo”, destaca Natália Braum, assessora pedagógica de educação ambiental da Secretaria de Educação e Cultura do município. Para celebrar o início das estações, o centro organiza festas entre os frequentadores, proporcionando momentos de interação entre todos.



Desde 2018, os monitores, além das atividades de educação ambiental, participam de aulas de música com elementos da natureza. A equipe também realizou diversas formações para professores, voltadas ao tema e atividades de brincar na natureza, o que proporciona a conexão das crianças aos espeços e o consequente desenvolvimento de capacidades cognitivas , emocionais e motoras.

O diretor do Cemea, Mogar Damasceno Miranda, salienta o importante papel do local junto a comunidade” O Cemea aproxima a comunidade campo-bonense da natureza, resgatando as relações entre o homem e o ambiente. Através de atividades pedagógicas com crianças e adultos, a equipe de profissionais busca sensibilizar a comunidade da importância de conhecer, vivenciar e preservar o meio ambiente”, destaca Miranda.

Visitas de outros municípios para conhecer o espaço do Cemea

Projeto Floração incentiva doação de resíduos orgânicos para hortas urbanas

Metade de todo o resíduo produzido hoje em Campo Bom é orgânico. Quando misturado ao resíduo seco, o orgânico causa contaminação e impede a reciclagem. A partir desta realidade que o projeto Floração, que anteriormente trocava garrafas pet por flores, foi reformulado e agora estimula as Hortas Urbanas.


Nesta nova etapa, o projeto passa a receber resíduos orgânicos para compostagem e, em troca, fornece mudas de hortaliças. O objetivo, segundo o secretário de Meio Ambiente, João Flavio Rosa é, ao mesmo tempo, diminuir a quantidade de lixo gerada, transformar resíduos orgânicos em adubo, estimular a compostagem doméstica e as hortas urbanas. “Além de gerar um rico adubo para as hortas, a prática estará colaborando com a melhoria da reciclagem e qualidade de vida dos catadores”, destaca o secretário.

A compostagem é um processo natural que devolve a matéria para natureza na forma de adubo. Existem muitos meios de fazer compostagem. Basicamente o processo consiste em misturar os restos da cozinha (ricos em nitrogênio) com serragem, grama ou folhas secas (fontes de carbono). O projeto ainda capacita os participantes para que aprendam a fazer a compostagem doméstica e passem a produzir o seu próprio adubo. Interessados em trocar o lixo orgânico por mudas podem ir até o espaço Floração Hortas Urbanas de quarta-feira a sábado. Cada porção de orgânico será trocada por um kit com 15 mudas.

Texto: Sabrina Strack

Fotos: CEMEA

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