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Brigada e Consepro entregam câmeras para os cidadãos de Araricá


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Araricá – O esforço conjunto da Brigada Militar e do Consepro falou alto e sensibilizou cerca de 19 arariquenses, entre empresários e comerciantes, para captar recursos financeiros suficientes para implantar o sistema de monitoramento por câmeras no município. A iniciativa inédita que era desejada pelas lideranças locais há décadas, finalmente, saiu do papel e está em funcionamento na sua plenitude em quatro pontos considerados essenciais do município.

Todo o controle e acompanhamento das câmeras e da movimentação em Araricá será efetuada por brigadianos lotados no quartel da Brigada Militar em Nova Hartz, onde existem policiais treinados e aptos a operar o sistema de monitoramento. Ao todo, os empresários e comerciantes arariquenses repassaram R$ 39.000,00 para viabilizar o sistema, que foi 100% custeado pela iniciativa privada. A Prefeitura repassou um computador para integrar o sistema operacionalizado por Nova Hartz.



O moderno sistema conta com câmeras Full HD de 2 megapixles e que possui qualidade superior a de câmeras de grandes cidades.

Sargento elogia mobilização

O sargento responsável pelo policiamento em Araricá, Luciano Ramos da Silva, não escondeu a satisfação em apresentar oficialmente o sistema operando aos empresários e comerciantes. “Temos o exemplo de Nova Hartz, que conseguiu reduzir em 80% as ocorrências através da implantação do sistema por câmeras. Aqui, vamos pelo mesmo caminho”, ressaltou Ramos, que ainda explicou que o efetivo, em breve, voltará a ser normalizado no município após o fim da Operação Golfinho.


Araricá tem modelo a ser seguido

Sgt. Luciano Ramos da Silva (farda) e Gilberto Schaefer, presidente do Consepro (azul)

Do ponto de vista econômico e funcional, o modelo adotado por Araricá e Nova Hartz (que mobilizaram via Consepro os empresários a bancar a implantação do sistema por câmeras) proporciona uma grande economia aos cofres públicos. “A manutenção do sistema custará para Araricá cerca de R$ 480,00. Enquanto isso, aquelas prefeituras que adotam o sistema de locação das câmeras através de uma empresa, precisam pagar R$ 5.000,00 por câmera todos os meses”, pontuou o sargento Luciano Ramos da Silva. Toda a articulação para a implantação do sistema contou ainda com a participação ativa do presidente do Consepro, Gilberto Schaefer.

Em Campo Bom, por exemplo, o edital para a locação de 16 novas câmeras com alta capacidade de alcance, resolução e imagem, para substituição das câmeras existentes, danificadas ou obsoletas, assim como a locação de mais 17 câmeras (totalizando assim 33 equipamentos espalhados pela cidade) para ampliação do sistema de videomonitoramento, assim como para a aquisição de postes para a instalação das 17 novas câmeras deve ser lançado neste início de 2019.

Texto e fotos: Deivis Luz

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