Sapiranga – Pela segunda vez em 2026, uma agência do Banco do Brasil volta a ser alvo de bandidos nas cidades de cobertura do Grupo Repercussão. Desta vez, em uma ação bem sucedida, os criminosos podem ter levado uma quantia próxima a meio milhão de reais (R$ 500 mil). Porém, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), tão pouco a Brigada Militar e o delegado da Polícia Civil de Sapiranga confirmam a informação. Todos alegam questões de sigilo da investigação e de segurança.
A primeira tentativa de arrombamento contra uma agência do Banco do Brasil ocorreu em 28 fevereiro. Na oportunidade, dois bandidos de Sapiranga chegaram a abrir um buraco em uma parede da agência localizada nas esquinas das ruas Jacob Pilger e Guilherme Albino Müller, na área central de Nova Hartz. Vizinhos perceberam a ação e chamaram a Brigada Militar, que conseguiu intervir e prender os marginais.
Agora, a ação ocorreu contra a agência da Rua Carlos Biehl esquina com a Av. 20 de Setembro. Diferente do caso de Nova Hartz, ninguém percebeu a ação criminosa. O que chama a atenção foi a facilidade com que os bandidos ingressaram no interior do banco sem que nenhum dispositivo de segurança ou alarmes fossem acionados. Os bandidos abriram um buraco na parede, entraram na agência, danificaram o cofre principal e fugiram com valores não revelados por questões de segurança. Especula-se que o valor seja superior a R$ 500 mil.
Fontes consultadas pelo Grupo Repercussão cogitam a hipótese de que o monitoramento de segurança e de alarmes do Banco do Brasil de Sapiranga falhou de maneira surpreendente. Conforme a legislação vigente, as instituições bancárias são responsáveis por manter sistemas próprios de segurança, incluindo alarmes, videomonitoramento e outros mecanismos destinados à proteção do patrimônio e à prevenção de ações criminosas.


















































