Sapiranga – Engajada no acolhimento e assistência à pacientes oncológicos, a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Sapiranga atende, atualmente, cerca de 400 pessoas que enfrentam a doença.
De acordo com a presidente da entidade, Patrícia Terabe, com base em dados recentes apurados pela Liga, atualmente são acompanhados no local 258 mulheres e 132 homens.
O levantamento aponta, ainda, que a maioria das mulheres é acometida pelo câncer de mama, de útero e de intestino; enquanto nos homens, os tipos de câncer mais comuns são de próstata e de intestino.
Atenta aos números, Patrícia chama a atenção ao fato de pessoas cada vez mais jovens serem diagnosticadas com a doença. Entre os casos atuais assistidos pela entidade, a maioria dos pacientes tem entre 40 e 60 anos de idade.
Reforçando a necessidade de ações preventivas, ela destaca que um dos principais desafios da Liga de Combate ao Câncer é, justamente, levar informações à comunidade que visam reforçar a importância do diagnóstico precoce, que pode, muitas vezes, salvar vidas.
Medicamentos, alimentos e fraldas
Segundo Patrícia, o principal desafio da Liga é prestar assistência aos pacientes e, a partir disso, amenizar a dor e o sofrimento das pessoas.
A entidade ajuda com medicamentos, alimentos, itens de limpeza e fraldas. Para alcançar estes benefícios, conta com repasse da Prefeitura de Sapiranga (durante nove meses do ano) e apoio da comunidade, que prestigia as suas ações, a exemplo do Brechó, que ocorre de segunda a sexta-feira, na sede, das 14h às 17h30.
Pastelada Solidária é amanhã
Nesta sexta-feira (16), ocorre a 8ª Pastelada Solidária da entidade. Em formato drive-thru, o evento será na sede da Liga (rua Duque de Caxias, nº 48), com retirada das 16h às 20h. O cartão é R$ 22,00 e dá direito a um pastel de carne e um pastel de chocolate. Pode ser adquirido nos pontos de venda, que são Animality, Soldier, Imobiliária Branquinho e Zete, Trend Store Sap, Pecuária Bilu e Gran Gusto, ou através do Instagram @ligafemininadesapiranga.
O lucro será revertido na compra de medicamentos para os pacientes. Segundo a entidade, atualmente são gastos aproximadamente R$ 20 mil ao mês com remédios e 80% deles são para dor. São cerca de 200 pacientes beneficiados.


















































