Sapiranga – Foram 12 horas de treinamento, entre teoria e prática, aplicados durante a manhã de terça-feira (10). O evento em questão foi uma simulação de incêndio realizada por colaboradores e brigadistas do Hospital Sapiranga, em uma atividade que contou com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) de Sapiranga.
O momento iniciou por volta das 8h da manhã dessa terça, mas a preparação já vinha desde de fevereiro. No início do ano, cerca de 90 pessoas realizaram oficinas com os bombeiros da cidade para entender os perigos e o que fazer em situações de emergência, como no teste realizado nessa semana.
Durante a “prova”, foram aproximadamente 30 brigadistas e demais colaboradores do Hospital Sapiranga, envolvidos, que simularam um cenário iniciado a partir de um alarme soado na UTI Adulto. De lá, começou a evacuação de todos os participantes da dinâmica.
A mobilização envolveu o transporte ou apoio de alguns colaboradores do hospital, que se passaram por pacientes. O primeiro deles, na própria UTI, foi retirado de maca. Outro, em uma cadeira de rodas, saiu acompanhado do Setor das Safiras. Já um terceiro, que estava no Setor das Esmeraldas, em um andar superior, foi auxiliado a sair do local.
Todos os brigadistas que participaram da simulação foram instruídos a saírem por um mesmo corredor, alcançando o estacionamento da instituição. Por todo o tempo, bombeiros da corporação sapiranguense acompanharam o comportamento dos envolvidos.
Já do lado de fora da casa de saúde, um caminhão do CBM aguardava com outros militares, com menções de adentrar o espaço para controle das chamas.
Importância da ação
Soldado Viegas, comandante de socorro do serviço. “É importante pela questão do tempo resposta e também para se tornar habitual a rota de fuga em caso de situação real. Isso tem que acontecer ao natural: quando tocar o alarme de incêndio, as pessoas têm que ter em mente aquela rota de saída. A importância da instrução, que é para o pessoal estar bem e conseguirmos fazer esse entrelaçamento entre o Corpo de Bombeiros e a instituição, para estarmos bem alinhados em situações de emergência”.
Daiane de Oliveira, técnica em segurança do trabalho no Serviço de Engenharia, Especialização e Medicina do Trabalho (SESMT). “Viemos fazendo esse treinamento já com as novas equipes desde o ano passado. Nos preocupamos com a segurança dos pacientes, colaboradores e visitantes; temos que estar alinhados. Fazemos esse treinamento continuamente. Antes de fazer o simulado, reunimos todos os brigadistas para passar o que cada um faria, para estar tudo alinhado para uma situação real. Toda a equipe se reúne, todo o SESMT do Hospital, e faz essa participação sempre atuante”.
Por Bruno Morais
























































