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CDLs de Campo Bom e Sapiranga projetam vendas

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Presidentes das CDLs falam sobre a expectativa de vendas do comércio das cidades para o Dia das Mães deste ano

Como lembra Flávio Barth, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga, o Dia das Mães é, tradicionalmente, a segunda melhor data para vendas no comércio. Afinal, não há quem não queira presentear ou fazer um agrado à sua mãe. “Conforme os dados que temos, é nossa segunda melhor data. Mãe envolve sentimentos, envolve uma série de questões. Todo mundo é grato a sua mãe, então todo mundo sempre quer presentear sua mãe. É uma data muito significativa para o comércio”, avalia Barth. “Ninguém vai deixar de fazer um agrado, mas os valores serão diferentes, o pessoal deve aproveitar as promoções pra agraciar as mães”, projeta o presidente da CDL sapiranguense.


Guilherme Pilger

Omar Henrique Hoffmeister, presidente da CDL de Campo Bom, também lembra que a data é importante para os lojistas. “O Dia das Mães é uma data muito esperada pelos lojistas e o fluxo de vendas é bem próximo ao que temos no Natal. Para Campo Bom, as expectativas são de um crescimento médio de 5% em comparação ao ano passado. Os principais artigos escolhidos para presentear as mães serão: vestuário e calçados, móveis e eletrodomésticos, perfumaria e joias. Estamos otimistas e desejamos a todos os associados boas vendas!”, frisa Omar. A CDL campo-bonense promove, nos dias 11 e 12 de maio, entrega de flores para mães inscritas na 3ª edição da Campanha “#UmaFlordeMãe”, voltada aos sócios e colaboradores.

A campanha da CDL

Com esta terceira edição da #UmaFlordeMãe, além de realizar uma pequena homenagem às mães que foram inscritas até dia 8 na campanha, a ação também auxilia na campanha promovida pelo Lyons em benefício da APAE. Além disso, cada mãe inscrita recebe um ingresso cortesia para prestigiar o espetáculo Simplesmente Herta, que será no dia 13 às 20h no teatro do CEI.

Perspectivas econômicas do Brasil e da região

Para Flávio Barth, o momento econômico é – cautelosamente – otimista. “Na conjuntura em que está o país hoje, vemos alguns pequenos índices que indicam uma melhora. Podemos dizer que parou de piorar, apesar do aumento do número de desempregados, pois saiu recentemente que temos 14,2 milhões de pessoas desempregadas no país”, considera Barth. “Como cidade, ainda somos muito dependentes do calçado. Agora, com o dólar mais alto, melhorou a situação do setor de exportação e gerou mais empregos na região. Mas precisamos de um planejamento, um projeto a médio e longo prazo, para não depender do ciclo do calçado. Precisamos de um outro tipo de indústria geradora de empregos para o município. A cidade de Sapiranga, como administração pública, já devia ter trabalhado isso há anos atrás, há muito tempo, há 20 anos. A administração atual está começando a buscar alternativas para isso”, considera Barth.

Crédito da foto: Mariana da Rosa

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